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 Se ética e moral são temporais, como fixar uma regra que se pretenda mantê-la sempre vigorando? Essa é uma questão profunda e fascinante! A ética e a moral, por serem influenciadas pelo contexto histórico, cultural e social, estão em constante mudanças e evolução. O que pode parecer universal em uma época, pode ser visto de forma diferente em outra. Ainda assim, há algumas estratégias para criar regras visando fazê-las durarem. Basear-se em princípios fundamentais: algumas ideias, como o respeito à dignidade humana ou o desejo de minimizar o sofrimento, são amplamente aceitas ao longo do tempo. Regras eficazes frequentemente incluem espaço para a interpretação ou atualização, permitindo que sejam adaptadas sem perder sua essência. Regras que são criadas e revisadas com ampla participação da sociedade tem maior chance de permanecer relevantes, ao refletirem valores compartilhados. Um ambiente que promove questionamento e aprendizado contínuos ajuda a reforçar regras éticas, garantindo que elas sejam revisadas com um olhar crítico e atualizado. Porém, mesmo com essas abordagens, é impossível garantir que uma regra permaneça intacta para sempre. O que faz das normas éticas um campo tão interessante é exatamente a necessidade constante de reflexão e revisão. Guerras tem sido constante na humanidade, dependendo do tempo, época, matar também pode ser normal e ético o extermínio de humanos se o objetivo é gerar paz para outros; por isso, considera ético e moral correto, mesmo ocorrendo as mudanças em pequeno espaço de tempo? Essa é uma questão profundamente filosófica e controversa. A ética e a moral são moldadas pelo contexto histórico e cultural, e, em tempos de guerra, justificativas para ações extremas, como o extermínio, frequentemente surgem. No entanto, a ideia de que matar pode ser considerado ético ou moralmente correto para alcançar a paz é altamente debatida. Muitos filósofos e pensadores argumentam que a ética deve buscar minimizar o sofrimento e preservar a dignidade humana, independentemente das circunstâncias. Por outro lado, há momentos na história em que líderes e sociedades justificaram ações violentas como “necessárias” para um bem maior. Isso levanta questões sobre quem define o que é "bem maior" e se os fins justificam realmente os meios. A paz construída sobre violência extrema pode ser instável e carregada de traumas, eternizando por gerações o ódio e o desejo de vingança. Desagradável dizer isso, mas é uma natural condição humana que supera Se ética e moral são temporais, como fixar uma regra que se pretenda mantê-la sempre vigorando? Essa é uma questão profunda e fascinante! A ética e a moral, por serem influenciadas pelo contexto histórico, cultural e social, estão em constante mudanças e evolução. O que pode parecer universal em uma época, pode ser visto de forma diferente em outra. Ainda assim, há algumas estratégias para criar regras visando fazê-las durarem. Basear-se em princípios fundamentais. Algumas ideias, como o respeito à dignidade humana ou o desejo de minimizar o sofrimento, são amplamente aceitas ao longo do tempo. Regras eficazes frequentemente incluem espaço para a interpretação ou atualização, permitindo que sejam adaptadas sem perder sua essência. Regras que são criadas e revisadas com ampla participação da sociedade tem maior chance de permanecer relevantes, por refletirem valores compartilhados. Um ambiente que promove questionamento e aprendizado contínuos ajuda a reforçar regras éticas, garantindo que elas sejam revisadas com um olhar crítico e atualizado. Porém, mesmo com essas abordagens, é impossível garantir que uma regra permaneça intacta para sempre. O que faz das normas éticas um campo tão interessante é exatamente a necessidade constante de reflexão e revisão. Guerras tem sido constante na humanidade, dependendo do tempo, época, matar também pode ser normal e ético o extermínio de humanos se o objetivo é gerar paz para outros; por isso, considera ético e moral correto, mesmo ocorrendo as mudanças em pequeno espaço de tempo? Essa é uma questão profundamente filosófica e controversa. A ética e a moral são moldadas pelo contexto histórico e cultural, e, em tempos de guerra, justificativas para ações extremas, como o extermínio, frequentemente surgem. No entanto, a ideia de que matar pode ser considerado ético ou moralmente correto para alcançar a paz é altamente debatida. Muitos filósofos e pensadores argumentam que a ética deve buscar minimizar o sofrimento e preservar a dignidade humana, independentemente das circunstâncias. Por outro lado, há momentos na história em que líderes e sociedades justificaram ações violentas como "necessárias" para um bem maior. Isso levanta questões sobre quem define o que é "bem maior" e se os fins justificam realmente os meios. A paz construída sobre violência extrema pode ser instável e carregada de traumas, eternizando por gerações o ódio e o desejo de vingança. Desagradável dizer isso, mas é uma natural condição humana que supera todas as regras, por mais severas que sejam, porque provem de um sentimento do ser. Além disso, a normalização de tais práticas pode corroer os valores fundamentais que sustentam a convivência humana. É por isso que muitos defendem que a ética deve ser um guia para evitar a violência, mesmo em situações de conflito. Para a construção da paz não é justificável qualquer sacrifício, como se deve, na verdade, criar e manter limites que nunca devem ser ultrapassados.

red9juarez

 


Os líderes mundiais frequentemente declaram que não desejam que outros países possuam ou desenvolvam armas, mas, ao mesmo tempo, são eles próprios os detentores das mais destrutivas máquinas de extermínio já criadas. Se realmente acreditam que a posse de tais armamentos é inaceitável, por que então acumulam arsenais tão devastadores? Se não acreditam, mas impõem essa regra aos outros, isso não os torna, no mínimo, hipócritas e, em um sentido mais extremo, terroristas?

Agora, imagine se povos historicamente explorados e dizimados — indígenas, africanos e diversas outras etnias que foram vítimas de abusos e massacres ao longo dos séculos — resolvessem adotar a mesma lógica. E se justificassem a violência como uma resposta legítima, decidindo exterminar outras populações sem qualquer preocupação com crianças, com o meio ambiente ou com a continuidade da vida? O que os impediria de seguir esse caminho se o próprio mundo “civilizado” demonstra que a força bruta e a imposição do medo são ferramentas aceitáveis de poder?

A contradição é evidente: condena-se a violência quando parte dos oprimidos, mas ela é institucionalizada quando praticada pelos que já detêm o controle. Afinal, em um mundo que perpetua essa lógica de dominação, onde está a verdadeira ameaça? Quem são os terroristas?

red9juarez

Assim como a vida segue saudável

 

Assim como a vida segue saudável por meio de prazeres que a tornam satisfatória, nossos sonhos e desejos imaginários estão em sincronia com interações que fazem sentido dentro de uma razão objetiva. Essa sincronia não ocorre por mero acaso, mas sim como parte de um equilíbrio maior, onde os desejos e prazeres naturais contribuem ativamente para a sustentação da vida. Nossas intenções e vontades, quando genuínas, se tornam forças impulsionadoras desse equilíbrio, reforçando o movimento contínuo da existência e proporcionando uma experiência mais plena.

Os prazeres que emergem dos sonhos e da imaginação, embora possam parecer triviais, possuem um papel fundamental. Eles não apenas nos motivam a avançar e criar, mas também facilitam o processo de continuidade da vida. As necessidades fisiológicas, quando atendidas dentro de sua normalidade, garantem a estabilidade dos seres vivos. O prazer do sexo, por exemplo, não se trata apenas de um capricho ou evento fortuito, mas de um mecanismo essencial à preservação da espécie. Sem o fator prazer, muitas formas de vida poderiam ter sido extintas antes mesmo de se propagarem, e a humanidade, em especial, não teria se multiplicado de maneira tão expressiva. O prazer, portanto, é um recurso natural que impulsiona o desejo e garante a perpetuação da existência.

De maneira semelhante, a alimentação não é apenas uma necessidade vital, mas também um pilar fundamental da vida. A ausência de nutrientes e energia pode levar não apenas à falência do organismo físico, mas também a distúrbios emocionais e psicológicos. Nossa relação com a comida vai além da simples ingestão de nutrientes; há um componente de satisfação e prazer que nos faz buscar esse sustento de maneira instintiva. Esse princípio se estende a diversas áreas da vida: a necessidade de movimento gera a sensação de bem-estar após o exercício, o desejo de aprendizado nos conduz ao prazer da descoberta, e assim sucessivamente. O prazer, portanto, é uma força reguladora que assegura nossa permanência e adaptação ao mundo.

O desejo de progresso, quando guiado por uma ética que não compromete outras formas de vida, se torna um motor poderoso para o avanço da humanidade. Quando buscamos evoluir sem prejudicar o equilíbrio ao nosso redor, garantimos que o ciclo da vida continue de forma harmoniosa. O universo, por sua vez, parece estruturar-se de maneira que nos mantém conectados à existência através do prazer. Aquilo que sonhamos, desejamos e nos proporciona felicidade tem a capacidade de se materializar. Isso não é um conceito místico ou supersticioso, mas um fato intrínseco à nossa própria natureza. Podemos não compreender completamente o funcionamento dessas forças, mas podemos observá-las em ação e, sobretudo, nos integrar a elas de forma consciente e inteligente.

Ao utilizarmos o prazer como um recurso universal para a manutenção da vida, criamos um sistema no qual a satisfação se torna um elemento-chave para a evolução. O universo nos impõe prazeres como incentivo à continuidade, e nós, ao desenvolvermos nossas próprias circunstâncias de contentamento, fortalecemos esse processo. Quando nos realizamos, seja através de conquistas, do aprendizado ou da experiência sensorial, fortalecemos a própria vida. A felicidade resultante da concretização de nossos desejos equivale, portanto, à alegria proveniente dos prazeres naturais e daqueles que construímos ao longo de nossa jornada. Ao compreendermos esse princípio, podemos agir de maneira mais alinhada com as leis naturais que regem a existência, garantindo um futuro mais próspero e equilibrado para todos os seres.

red9juarez

Alerta constante


 

Tudo que conhecemos, que nos propomos a criar, há dois lados, sem exceção. Minha observação é que, o ser humano dificilmente cria algo que de certa forma não vise vantagens. Não faz sentido, nem mesmo é correto, grupos que se formam com interesses particulares, a atenderem mais seus projetos pessoais e menos os sociais. A proporção de assistência social atendendo a sociedade é menos relevante que as vantagens adquiridas pelo grupo. Por exemplo, acessar em vários setores, cargos públicos ou privados usando de influência, pressão ou em certas situações apelando pela chantagem. É de conhecimento publico, e isso não sou em quem afirma, nos cargos públicos, em geral, todo setor conta com membro pertencente a algum destes grupos independentes, existindo paralelamente ao Estado de fato, natural, escolhido pelos cidadãos. A fidelidade destes membros está voltada para o grupo ao qual fazem parte, isso firma o fato. A influência deste grupo em particular, Rotary Club, é tão pertinente que, em um lugar publico, pontos principais da entrada de uma cidade são tomados pelo símbolo já tão conhecido, onde o correto seria ter algo construído para a sociedade de fato em comum, usa-se para promover o grupo. Aquela engrenagem imposta nas entradas das cidades, ocupando um local de todos, não atende, não promove o bem-estar de fato das pessoas. Pouco realizam em tempos de guerras, algo em prol da paz, a não ser no cotidiano, absorvendo membros pagantes. Não seguir regras não é legal, em um sistema organizado pelos cidadãos em geral, pode-se considerar crime o não respeito pela ordem. Criação de leis deve atender a tendência dos costumes de toda sociedade e, não atender manipulação influenciada por qualquer grupo que haja no país.

          red9juarez 



 

  



Jamais

Jamais, o que não nos abandonará, será nossa saúde em resultado do zelo que conseguirmos aplicar ao nosso corpo e nossa mente para não ficarmos à deriva do acaso e das consequências pelas escolhas equivocadas durante nossas vidas. Familiares, amigos, pais, filhos, vidas distantes, os dias, animais, as noites, as estrelas, enfim, sem arrependimentos e remorsos, estaremos bem acompanhados com os reflexos das atitudes e comportamento não egoístas, egocêntricos e preconceituosos que praticamos, queiramos ou não, atos nossos, induzidos por condicionamentos, também respondemos por eles, nada de referir-me a mitologia para macular, enfraquecer nossa natural força e dom da própria percepção pelas escolhas acertadas. O equilíbrio, a harmonia de seu bem-estar fisco e mental não irão depender pelas escolhas sugeridas por outrem, mas, pela sua responsabilidade única, por você ser singular. Deixando nos levar pelas medíocres artimanhas que nos sugerem o mais acertado a ser praticado, nos tornamos servidores e escravos. Eu já disse mais de uma vez que, coisas boas ou ruins geradas pelos governantes escolhidos, o adulto não tem o direto de se contrapor. Pois, as escolhas foram suas. O que não dignifica a inteligência é, eternamente continuemos ser fonte de erros para que gerações futura paguem caro por seus efeitos. A humanidade, passando uma procuração ou permitindo que poucos líderes decidam por contra própria os caminhos das guerras, sela a pura verdade de que somos todos responsáveis pelos milhares de mortes de crianças, animais e meio ambiente. De nada adianta ou resolve, eu, ou alguém, proferir, Deus, ampare aquelas pessoas. Se passaram, segundo estudos científicos, o aparecimento do ser humano no planeta, em torno de uns duzentos mil anos. Hoje, quase a totalidade das criaturas não se deram conta ainda, nenhum ser mitológico interferiu pela proteção das crianças, existiram, sim, sacrifícios monstruosos, bárbaros, praticados pela sua indefesa condição, e não tão distante registro nas histórias usados pela escravidão. Fim das guerras? Sim! Como? Educação, única alternativa real para enfraquecer este instinto que já deveríamos tê-los eliminado, afinal, se passaram no mínimo 200 milhões de anos. A diversidade de Deuses que já existiram e filosofias adaptáveis aos tempos, tem-se vagamente comportados simplesmente como bálsamos psicológicos, perfume, aroma agradável. A sutilmente, exploração do homem pelo homem, a fragilidade e subornável condição que se expõe nos escalões sociais e políticos. Somente pela educação das crianças, não existe outra alternativa. Bem claro fica, sem educação por partidos ou ideologias políticas, ou mitológicas, religiosas, tem que ser uma educação que transcenda o já famigerado ciclo das vicissitudes praticadas sem objetivos gerais, somente por Interesse de classes. Tem obrigatoriamente em benefício de toda a espécie...red9juarez 

 


 

 


Adultos não devem ser punidos ou responsabilizados pelos malefícios sociais arraigados. É praticamente impossível conseguir uma mudança tão radical em um ser humano sem que isso cause, de certa forma, um mal irreversível no psicológico. Como todas as correções a serem executadas, evidentemente, umas têm mais urgência que outras. Por exemplo, em um país onde a inflação é constante e manipulada para que assim seja, para diminuir o consumo, como justificar o alto e próprio aumento de salário de alguém por si? Este é somente um exemplo; existe uma infinidade de mudanças necessárias. O ofuscado benefício da segurança no trabalho para o funcionalismo público, por exemplo. O que justifica um operário, ao procurar serviços bancários, só conseguir empréstimos sob juros absurdos, enquanto privilegiados, que além de trabalharem pouco durante o ano, são muito bem bonificados e, caso solicitem empréstimos, há casos de taxas de até 5% ao ano, diferente do cidadão comum (refiro-me ao operário) que mal consegue empréstimos com quase 20% ao mês? E, se atrasar, os juros podem chegar a quase 100% ao mês, caso acumule os encargos? Pode parecer desconexo o modo de comentar, colocando juntos, distintos motivos a serem observados. Porém, o que se da em nossas vidas no dia a dia que, não esteja tão próximos até mesmo parecerem casualidade? Os permanentes desajustes e conflitos humanos precisam, obrigatoriamente, ser revistos, suas origens e razões. As violências herdadas e praticadas de geração em geração exigem a cobrança dos interessados predispostos a assumirem cargos e funções de liderança nas religiões e no Estado, repetindo os milenares vícios do querer sem limites, da indução filosófica, sempre indicando caminhos enganosos, insinuando que o ser humano só pode ser feliz e encontrar a paz no futuro, após renegar os bens materiais, ditas coisas mundanas. Quando, na verdade, os que qualificam tudo o que é necessário à vida como como algo a ser repelido, os mesmos senhores do suposto absoluto conhecimento e portadores da verdade e auto-representates da perfeição, os acumulam ao máximo e até mesmo apoiam discretamente guerras. Estes mesmos, descaradamente, afirmam que os céus imaginários aguardam aqueles livres de desejos de poderem adquirir algum bem, mesmo que seja a alimentação básica ou vestes confortáveis. Adultos devem ser rigorosamente avaliados antes de assumirem um cargo público, aonde a parte mais importante, sem dúvida alguma, é a sociedade em geral, juntamente com o patrimônio e a produção coletiva. Como um prisma de cristal reflete e dispersa as cores em infinitas tonalidades, assim também somos nós, humanos. Neste aspecto, nos diferenciamos muito em nossas opiniões com referência a um mesmo tema, assunto ou observação. Nossas opiniões dependem de nossa formação, da forma como o meio ambiente, familiar ou não, entre amigos e religiões, nos é apresentado. Em fim, muito pouco transparece de nossa própria individualidade; menos de 2% somos nós mesmos, o restante é somente condicionamento. 

 

 

Para refletir…

De degrau em degrau. Crenças e fé são expressões do universo para a existência, manifestações psicológicas e individuais, um apelo existencial que se entrelaça à nossa essência como seres pensantes.  Recursos do próprio universo, como amparo, piso firme para nos sustentarmos.

Não tente induzir alguém a seguir seus passos de crença, nem os de quem um dia te convenceu de que possuía as respostas definitivas. Usa o teu discernimento, a sabedoria com que foste dotado, mas que, por descuido, entrega a outros, permitindo que decidam tudo por você. Viver, assim como eu, sem a necessidade de aceitar verdades impostas. Mas lembremos: aqueles que valorizam o intelecto, não podem ignorar que a humanidade não dissipa as más atitudes e feitos apenas com fé e confiança. A história nos ensina isso. É preciso ação constante contra os freios impostos pelo descuido e irresponsabilidade tão comum, reclamar sem tentar resolver ou pelo menos no mínimo contribuir de fato com sugestões em prol para, mudanças concretas.

“Olhai os lírios do campo…” E, ao fazê-lo, verás homens em guerra, pisoteando-os. Milhares de crianças, espalhadas pelo planeta, não compreendem nem se importam com os caprichos ideológicos dos adultos — se somos ateus, religiosos ou qualquer outra coisa. Elas só querem viver, brincar e sorrir, assim como as flores, que desabrocham e dançam quando encontram a luz.

          red9juarez

 

 


Displicentes reclamantes sem razão

 

Enquanto alguns vivem com indiferença diante da desordem social, outros buscam soluções de forma passiva, aceitando sem questionamento as causas que lhes são apresentadas como responsáveis pelos desacertos da sociedade humana. Para alguns, esses problemas seriam meras consequências naturais de um suposto equilíbrio energético, enquanto outros os atribuem às ações e comportamentos de vidas passadas.

Se perguntarmos sobre a origem das águas, seria uma resposta vazia e sem sentido afirmar que elas vêm apenas dos rios, riachos, mares ou polos da Terra. Tudo o que percebemos nesta existência possui uma explicação para sua existência. No entanto, respostas superficiais e sem profundidade apenas servirão para confundir as gerações futuras. Afinal, a geração atual já se convenceu de que tudo o que se supõe ser verdade é, de fato, a interpretação mais aceitável e correta da evolução.

Esse é um erro gravíssimo, porém muitas vezes imperceptível, mascarado pelos grupos que se formam ao longo das gerações. Esses grupos, movidos por seus próprios caprichos, induzem os mais displicentes a condenar o que chamam de “coisas mundanas”, conforme suas próprias concepções. Assim, autoproclamados senhores da verdade e representantes de um suposto criador divagam sobre o desconhecido—algo que nem mesmo eles próprios conseguem compreender.

Se aproveitam da displicência das gerações sem questionamentos para acumular exatamente aquilo que os mesmos condenam, dizendo que um suposto Deus também os apoiam. As coisas do mundo, mundanas. Alimentos, paz, posses para o básico, o que é produzido. Articulam guerras, matam crianças, se divertem com as dores dos animais, não se importam com os problemas e dores alheias... Continua...red9juarez

 

 

 


  Se ética e moral são temporais, como fixar uma regra que se pretenda mantê-la sempre vigorando? Essa é uma questão profunda e fascinante!...