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Alimente seu bom humor sem custos.


Não desperdice sua vida para ser o máximo, você já o é.
Limite os degraus para que possas repousar em um patamar.
Não pense de mais para que não viva de menos.
A senhora disse que eu sou um idiota, é verdade? - Eu não disse, mas é verdade._ O Miguel deixou tudo para um orfanato. - Quanto? _ Nove filhos._ Você foi visto de madrugada abraçado a um poste - E será que você tem ciúme de um poste?_Querido! Que beijo ardente! Por que nunca me beijou assim? - É que é a primeira vez que me esqueço de tirar da boca o charuto aceso. _A mãe diz: Se ele quer casar contigo, diz-lhe que venha me ver. -Filha diz: Ele já viu mamãe e, mesmo assim quer se casar._Garçom: Foi o senhor que pediu a omeleta? Freguês: Eu mesmo! - Só que naquele tempo minha barba era curta._Mas o senhor tão forte e moço; não tem vergonha de pedir dinheiro? - Tenho dona, mas uma vez peguei dois anos de cadeia por ter apanhado dinheiro sem pedir. _Ao moleque que pede uma moeda, diz o sisudo cavalheiro:- Antes pedisses com educação, - Ora! Eu peço o que julgo tenha o senhor!..._Engraçado! Teu cão abana a cauda de cima para baixo, em vez de fazê-lo lateralmente como os outros cães!-Por ai já podes ver quanto é estreito o meu apartamento.  _Na escola: Aluno: Os índios Peles vermelhas eram uma raça que vivia na America do norte e cujos homens tinham seis pernas; Professora: Que disparate! Como chegou a esta conclusão? - Aluno: Muito simples: A senhora disse que eles tinham seis pés! Professora: Seis pés de altura!_ Bom começo: A nova secretaria ao patrão; - Como deseja que eu o chame? - O patrão muito amável diz... Pode me chamar de querido._Esta é para refletir: Se o mundo houvesse sido feito pelos homens de negócios, o ovo seria quadrado para facilitar a embalagem. Dizem que a pinga nos mata pouco a pouco, lentamente: Por isto não largo dela... Para não morrer de repente._Afligir-se antes do tempo, é afligir-se duas vezes. Felicidade: Senhora diz; Sou feliz em ser mulher, pois não terei que me casar com outra. _Segundo Eva: E vendo Deus que o homem era imperfeito, inventou alguém que lhe aturasse os defeitos._Aquele que tem caridade no coração tem sempre alguma coisa para dar._Bêbado: Puxa! Bebi uma garrafa inteira de óleo de bronzear a pele e ainda não fez efeito._A jovem: O senhor não tem vergonha? Tenho sim, mas é como a sua minissaia: Um pouquinho só, para tapear._Empregado: Patrão, diz o horóscopo que hoje é bom para pedir aumento de salário... Patrão: Interessante, o meu diz que hoje farei uma viajem ao exterior, portanto, não vou poder estar aqui. _Não odeie as pessoas invejosas, são elas profundamente infelizes com a sua consciência de inferioridade._ Cachorro: Entre não tenha medo! O cão não morde... Epa! Sultão! Que é isso? Puxa!...Sabe que foi a primeira vez?_O juiz do tribunal de divórcios diz para a mulher: Mas deve ter achado algo positivo no seu marido quando se casou com ele há sete anos... Achei, sim, mas já gastei até o ultimo centavo! _Marido: Querida, você não está gorda de mais: Você só é muito baixa para seu peso._Falou está falado: Um homem levou uma surra da mulher e escondeu-se debaixo da cama: Sai dai agora mesmo! Berrava a mulher: Sou muito homem! Respondia ele. Quando digo que não saio, não saio mesmo! E não se fala mais no assunto! _Esposa: Acabando de chegar, fala para o marido... Estive na aula de caratê, por isso o jantar vai atrasar. Vai querer reclamar de alguma coisa? _Se estivermos mesmo sendo observados por extraterrestres, por que não ouvimos as risadinhas deles?_Um homem foi ao cinema e ficou perplexo ao encontrar uma senhora com um cão pastor-alemão sentado no colo: Ainda mais admirado ficou ao reparar que o cão ria quando a cena do filme era para rir: Desculpe, disse o homem à senhora, mas estou perfeitamente abismado por seu cão gostar tanto do filme: Eu também, respondeu à senhora... Ele detestou o livro._ Um caipira comprou um carro, tirou a carteira de motorista e saiu a passear: Ao chegar perto de uma cidade, avistou um aplaca onde se lia; DEVAGAR QUEBRA MOLAS: Não se lembrando de ter aprendido este sinal, saiu a toda velocidade: Resultado: Quebrou a suspensão. Não contendo a fúria, voltou e escreveu embaixo na placa: DEPRESSA TAMBÉM._ Entre dois pedintes: Você nunca vá pedir naquela casa! - Por quê? - Eles te oferecem trabalho. _ Sabe o porquê do ciúme do pato com o cachorro? É que o cachorro tem quatro patas._Falam muito mal das sogras, a minha é um anjo. Sorte a sua, porque a minha ainda está viva.

Mensagens para quando nos distrairmos e começarmos querer baixar a cabeça.


Quantos semelhantes ajudastes no dia de hoje, mesmo que seja apenas com um sorriso! : O Universo integralmente energético equilibra suas energias harmoniosamente, sem se importar com as reações, e fazemos parte do todo, queiramos, compreendamos ou não: Refletirá em nós, ondas com a mesma intensidade e nuances que a geramos. ( Juarez - red9 )


                                           Não sou suficientemente jovem para saber tudo.   
O sucesso nada tem a ver com os êxitos que conseguimos na vida. Sucesso é o que conseguimos fazer pelos outros.
I - Verdadeiro amigo é aquele que está a nossa disposição, quando por sua vontade estaria em outro lugar qualquer. II - Quem lê nunca está só. III - Ponha autoridade em casa, mas primeiro, levante a mão e peça licença. IV- Um bom conselho dá normalmente melhores resultados quando é precedido de um bom susto. VI- A derrota pode servir tão bem como a vitoria para dar uma sacudidela e deixar que a glória saia. VII- Tomar a decisão de ter um filho é importante: Trata-se de nos decidirmos para sempre, a ficarmos com o coração às voltas fora do corpo. VIII- Enfurecermos-nos pode às vezes equivaler a pularmos para dentro de um carro de corridas, potentíssimo, acelerarmos o motor, atingir uma velocidade e descobrirmos então que os freios estão com defeitos. IX- A esperança é uma emoção muito indisciplinada. X - Não é fácil encararmos os problemas um a um quando eles se recusam a enfileirar-se. XI -   

Apesar de se importar comigo, reconheço a maravilha de todos.




Poderia iniciar este blog com temas populares: imagens, turismo, carruagens de fogo, as sete maravilhas, o céu azul, receitas de doces, diversidade das flores, perfumes, mitologia, política, refeições caras, modas de estação — o prazer de pessoas sentindo-se realizadas ao exibir volumes de compras de alto valor, próximas àquelas sem recursos.

Em resumo, poderia despertar interesses comuns para aumentar o fluxo do blog e, assim, satisfazer meu ego.
Mas essa não é a motivação.

Não é por algo supérfluo que se sustenta um trabalho que exige dedicação e honestidade. Pode-se mentir para o mundo — mas, honestamente, não mentimos para nós mesmos.


Entretanto, no que me propus a fazer, o que realmente importa é contribuir para a integração de todos — ou, ao menos, da maioria.

É evidente que surgirão divergências e oposições aos meus pensamentos. E elas serão bem-vindas, principalmente quando fundamentadas e motivadas por um espírito verdadeiramente humanitário.

Seja humilde, coerente e portador de discernimento diante da vida que vive e da vida que o sustenta.
Humildade não é ausência de posses, nem inferioridade entre semelhantes. É a consciência de pertencer a uma espécie racional capaz de distinguir entre modismo e realidade.


Existe realidade — ainda que, por vezes, ela pareça confusa diante das constantes mudanças de costumes e das novas descobertas.

Não se deixe conduzir por ideias que reduzem a vida a uma simples ilusão, especialmente quando essas ideias não são acompanhadas de investigação pessoal. Aqueles que não exercitam sua própria inteligência acabam aceitando verdades alheias sem questionamento — e, para esses, a existência pode realmente parecer vazia de sentido.

Esse caminho pode levar tanto à submissão a correntes filosóficas exploradoras quanto ao extremo oposto: uma visão limitada, onde apenas o presente imediato importa. Nesse cenário, não é raro ver pessoas sendo usadas por outras, em nome de desejos e luxos imediatos.


Seja humilde — mas uma humildade consciente.

A verdadeira modéstia não diminui; ela eleva.
Ela torna o indivíduo mais lúcido diante da realidade.

Com o tempo, sua percepção se amplia. O universo passa a fazer mais sentido. A própria criação ganha novas dimensões quando compreendemos que, em uma ínfima porção de matéria — como um grão de poeira cósmica que cabe na mão — existem elementos suficientes para sustentar incontáveis formas de vida.

E talvez, em outras condições, a vida floresça novamente — sem que sejamos, necessariamente, a espécie dominante.

red9juarez




Como foi estar em um garimpo de mergulho no Rio Madeira


Eu não estou aqui para criar polêmica.

Muito menos para confundir ou julgar. Estou aqui para relatar. Relatar o que vivi, o que vi e o que senti — dentro de uma realidade que muitos comentam, mas poucos realmente conhecem. Não escrevo para defender lados. Escrevo para mostrar que, por trás de qualquer movimento, existem pessoas. Pessoas simples. Trabalhadoras. Com falhas, sim — mas também com dignidade. Meu interesse não é justificar erros, nem romantizar situações difíceis. É mostrar que ainda existe, mesmo em cenários duros, a busca por uma vida honesta. Uma vida construída com esforço. Sem atalhos. Sem marginalidade. 

Sob um céu azul magnífico e vívido, o chão ressequido de uma velha estrada improvisada, a qualquer instante, pode tornar-se úmido e vermelho.

Comentar sobre temas que não conhecemos é criar polêmicas, divagar, fofocar e confundir. É preciso lembrar que qualquer reação pública dentro de um sistema, seja individual ou organizada, facilmente terá seus participantes rotulados como desordeiros — muitos nomes podem ser dados a tais.

Não pretendo entrar profundamente nesse contexto. Quero apenas dizer que tive a oportunidade de buscar uma história verdadeira — viver e estar presente em um desses momentos, em um desses movimentos.

Bem-vindo a este espaço que não é somente meu. Compartilhe sem culpa. Adentre o íntimo de um ser humano não alienado da realidade arquitetada pelos homens. Um ser equilibrado, mas de onde continuamente ressurgem pertinentes indagações.

Estreitando os limites de minha privacidade, exponho mais de mim a cada instante, sem receios. Prossigo tentando romper barreiras existentes em todos nós: a de dar vida própria às nossas decisões e pensamentos, livres de influências e induções.

Não reajo às dificuldades alheias como reflexo inconsciente de rejeição, como alguns tentam explicar esse comportamento. Poderíamos estar no lugar da vítima — e isso não pode ser ignorado.

Maravilho o existir, pois nela se dá o máximo: a vida. Cabe unicamente aos seres humanos superar, com sabedoria, os desafios da criação.

Acreditar em Deus não faz, por si só, um ser humano bom.
Não acreditar também não o torna mau.

A capacidade de raciocínio nos dá a condição de distinguir o que é cabível ou não — e é um desperdício não utilizá-la em benefício de todos.

Sigo poupando cada vez menos de mim mesmo, tentando compensar o que poderia ter contribuído para uma forma de viver melhor.

Ainda que exposto a severas contestações — daqueles que defendem que o mundo já é o melhor possível — continuo. Pensamentos assim não anulam o anseio daqueles que sabem que há muito ainda a ser feito.

Em meio à maior crise econômica dos anos 80, uma decisão arriscada mudou o rumo de uma vida.
1983: Quando a Necessidade Me Fez Cruzar o País
Da Crise à Coragem: Uma Jornada em Busca de Trabalho e Dignidade

Quando Não Havia Alternativa

O ano era 1983. O Brasil enfrentava uma das crises econômicas mais severas de sua história, período que ficou conhecido como “Setembro Negro”. Empresas quebravam, comércios fechavam as portas e a insegurança financeira se espalhava por todo o país.

Eu havia iniciado no ramo da eletrônica, trabalhando com manutenção de televisores, aparelhos de som e instalações automotivas. Não vinha de família abastada, não possuía herança, tampouco vivia de influências. Sempre fui de ir à luta. Não por gostar das dificuldades, mas porque aprendi que manter a mente ocupada e o trabalho ativo nos torna mais úteis e mais satisfeitos.

Sem capital de reserva ou patrimônio para oferecer como garantia, eu precisava encontrar uma saída para garantir aos meus filhos um futuro melhor. Meu pequeno comércio não crescia; faltava tempo para ampliar a clientela, e as dívidas — ainda que pequenas — aumentavam. Houve momento em que precisei escolher entre pagar uma parcela ou comprar alimentos.


Pensei muito. Sem capital, nada poderia ser feito onde eu estava. Imaginei então seguir para Brasília. Lá residiam — ou ao menos passavam boa parte do tempo — as altas autoridades do país. Onde o dinheiro circulava, talvez o trabalho não faltasse. Afinal, o Estado parece sempre funcionar como um “bom pai”: muitos desejam integrar-se a ele, com altos salários, comissões, aposentadorias rápidas e imunidades. A economia pode estar em crise, mas os vencimentos oficiais raramente sofrem.

Parti.

Durante a viagem, meus pensamentos estavam em meus filhos. Não sabia quando voltaria. Poderia dar certo, poderia não dar. Mas era preciso agir.

No caminho, fiz amizades. Um companheiro de jornada sugeriu que eu fosse até Manaus. Lá existia a Zona Franca, onde o comércio de eletrônicos era forte. Talvez ali houvesse oportunidade real.

Chegamos a Belém após dias e noites de viagem. Dali, seguiríamos de barco até Manaus. Mas era necessário pagar a passagem, e eu já estava sem dinheiro. O que possuía era suficiente apenas para chegar a Brasília e sobreviver por poucos dias. Manaus não constava nos planos.

Dormíamos em um barco ancorado no cais, aguardando partida. Ele armava sua rede; eu dormia no piso com um lençol fino. Tentamos conseguir carona. Em uma grande empresa de navegação, ele — estrangeiro — conseguiu passagem. Eu, brasileiro, fui ignorado. Não foi revolta, mas uma constatação amarga: se somos ensinados a defender o país, por que não usufruímos também do que ele oferece?

Ele seguiu em um navio confortável rumo a Manaus. Fui como ajudante de motorista em uma balsa, dormindo entre carretas, amarrando minha rede nas ferragens. Foram sete dias de viagem. À noite, os carapanãs não davam trégua.

Combinamos que, ao chegar, eu telefonaria.

Cheguei de madrugada ao Porto de Manaus. O dia parecia demorar a nascer. Eu estava deslocado, sem recursos e sem certeza de acolhida. Antes de ligar, pensei: e se ele não estivesse falando sério?

Telefonei.

— Alô, bom dia. Sou eu, o Paulista. Viemos juntos até Belém.

Houve um breve silêncio. Meu coração acelerou. Mas logo veio a resposta positiva. Ele iria me buscar.

Ali começava outra etapa da minha história. 

Hoje, 22/03/2026 inicio segunda parte desta estoria real.

red9juarez.









Cuidado! Seu despreendimento e confiança em algo abstrato, pode moldar seu caráter e sua personalidae de uma forma irreversivel: Segando seu eu.

 Ateu ou não ateu — no fundo, isso não faz diferença. Se questionar é pecado , então, de que vale o saber? Mais importante é compreender a...