Sim, somos todos iguais, mas, em momentos diferentes.

Jamais poderia desconsiderar um contato, uma amizade com todas as pessoas com as quais mantive um diálogo ou convivência: Durante todo  tempo pude perceber a importância em nossas vidas de tudo e todos aqueles que nos cercam, convivendo ou não. Sou grato pela oportunidade de ter  sido agraciado na vida com cada novo aprendizado adquirido. Cidadão: Independente da ocupação que exercemos socialmente, vamos além de sermos cumpridores de tarefas, nos desdobramos em duas personalidades, impossível ser diferente: De um lado, um tecnocrata, ou um profissional em qualquer área. Sendo desta forma, não há como evitar conflitos e preconceitos se agirmos com desconhecimento e não darmos importância ao segundo; aquele que existe fora de suas funções, de seu trabalho: Os verdadeiros nós, o eu que cada um praticamente o abandona durante toda a vida: Momentos verdadeiros de prazer por realizações são conseguidos através exatamente deste que, deixamos em quase inexistente plano. O coletivo é importante Sem dúvida, mas isto quando se trata de divisões de tarefas, obrigações sociais. Todo pensamento convertido em frases vai de encontro a um opositor, não importa se filosófico ou um ponto de vista corriqueiro sobre outro tema qualquer: Tem-se o costume de prevalecer sempre nós mesmos como sabedor de tudo e sempre com a razão absoluta. Este comportamento tem dificultado em muito as relações humanas; quantos diálogos formais ou informais iniciados terminam em discussão, enquanto ouvimos e, quase sempre o que temos é uma explanação resumida. Encontramos brechas para interromper e dar sequencia à outra direção à conversa tentando colocar nosso ponto de vista como o mais correto. Também não é aconselhável entramos de cabeça aceitando tudo que vem de outra pessoa ou fonte como exato. Em diálogos devemos estar preparados para ouvir e falar, com reservas; não permitir que arraigados condicionamentos e instintos se sobressaiam neutralizando, inibindo o racional, enfim, não se trata de uma situação de vida ou morte, é simplesmente um momento de comunicação, de tentativa para facilitar algum esclarecimento.  É interessante estar sempre alerta quando iniciarmos uma conversa com o intuito de se buscar conhecimento sobre algo, ou bate papo informal sobre qualquer assunto enquanto estarmos como ouvinte, por serem vastas as direções que podem tomar com argumentos favoráveis ou contrários ao que estamos a ouvir: Em sua mente, o detentor da palavra já tem todo o contexto do pensamento formado, sendo assim, não é certo fazer interrupções. O mais acertado é ouvirmos e, caso haja alguma discordância, o melhor a fazer são as anotações para ser comentadas posteriormente.


      

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