Para refletir...Lhes dei a essência de minha semelhança, mas não agiste como tal.

Crenças, fé, são características, apelo existencial individual, manifestação do universo como recurso de amparo para o acontecimento da vida em nós como pensantes, essência íntima de cada ser humano. Não tentes induzir alguém a seguir seus passos de credo, ou os de alguém que disse a você que os deles eram os certos. Use seu discernimento, a sabedoria de que és dotado, mas que por descuido passou a procuração para que outros fizessem dela o que bem entendessem. Pratique o bem de que forma for e, sentira a força do cosmos atuando em, e com com você. Vives assim como eu, sem necessariamente ter que aceitar verdades de outros. Mas nós, que damos enfase ao intelecto, não eliminamos os males da humanidade apenas com fé e crenças, basta ter consciência deste fato em nossa historia. É preciso haver atitude constante frente aos freios que a indiferença, a apatia e o egocentrismo permite. Olhai os lírios do campo... E verão homens em guerra, pisoteando-os. Milhares de crianças como estas e outras tantas pelo planeta, não sabem, não se importam com nossos caprichos de adultos; se somos ateus, religiosos ou outra coisa qualquer. Só querem viver, brincar, sorrir assim como as flores quando há luz.

Mitos, filosofias e dogmas inflam a alma, alimentos mantê-em a vida. Passamos por um longo período de, como se estivéssemos hibernando nossa capacidade de sermos solidários por amor inteligente e, afetivos incondicionalmente. E assim, como um trator pode remover montanhas... Nós podemos sim, fazermos bom uso dos recursos naturais em beneficio de todo ser humano que existe e, venham a nascer. Mas, jamais devemos aceitarmos cenas rotineiras como estas. Infelizmente, existe um problema, assim como certos vegetais adaptativamente fazem do vento, da água, estômagos e pelos dos animais um meio para se propagarem, humanos, frente a repetidas cenas e fatos, terminam também se adaptando aos acontecimentos, deixando-se envolver pela indiferença aos infortúnios alheios. Até mesmo esquecendo-os, somente dando atenção a contratempos quando são envolvidos por eles. Alguns humanos, isoladamente ou em grupos, durante o caminhar das civilizações, estiveram e, continuam tentando explicar o inexplicável, segundo seus pontos de vista, razão e interesses; inexplicável com relação a domínio e profundidade de entendimento do universo por cada um deles. Em tudo que se desconhece, tem-se dimensionado, qualificado, enumerado e tido como exato até o momento que se prova o contrário. Sol, não se sabe se mecânica, naturalmente ou como desígnio, mantêm-se numa constante euforia gerando luz, mantendo a vida, gerando calor e, esta façanha unicamente com seus próprios recursos, queima, transformando hidrogênio em Helio. Salvo trabalho de cientistas, pesquisadores e pensadores, tudo que foi, é ou será dito, não vai além de especulação, adoração ou conveniência às nossas necessidades de amparo psicológico na aceitação que tudo tem um propósito que nos atenda. A criação é surpreendentemente de uma forma totalmente adversa a aquela que adotamos ou, como simplesmente a imaginamos. Seguimos irresponsavelmente filosofias dogmas e mitos primitivos que insistem em afirmar que a mesma é simplesmente como se encontra. Em outras palavras, tudo que nos condenam a eternidade obscura da ignorância. Fabulas são criadas, desenvolvidas, mudadas e moldadas a cada tempo com o intuito de se manter a humanidade com medo e na servidão. A criação é violenta, fria e indiferente às obstinações humanas; vazios, sofrimentos e angustias sempre presentes, mas não é difícil entender como podemos caminhar e viver no meio desta pradaria mista de incertezas. Sabe, naqueles baques, fração de tempo muitíssimo rápido que quase todos nós temos vez ou outra, quando menos nos preparamos; a sensação é de nos locomovermos, nos projetarmos para outro paralelo de consciência, neste exato momento estamos vivendo uma luta, uma reação desesperada de nosso eu tentando se libertar dos milenares condicionamentos que nos aprisionam retardando nosso desenvolvimento pessoal. Tornarmo-nos incapazes de nos livrarmos dos massivos e constantes condicionamentos em função da organização social, mas, felizmente ainda não anulamos nossas características criadoras e de discernimento: Essas, desconhecidas ou ignoradas pela quase totalidade das pessoas. Basta analisar o numero de pesquisadores em seu tempo, pensadores e humanistas que surgem a cada geração, raríssimos em comparação a totalidade de cidadãos no mundo. Devemos ser cooperativos, é bom, e todos têm de se beneficiar deste inteligente e pessoal desempenho para existir uma sociedade harmoniosa. Só não é admissível que deixemos apagar a independência do ser único, e nos tornarmos robóticos. Alexandre, o grande, ( para os que se permitem pequenos ) : Para aqueles que engrandecem em
uma oportunidade, alguém para servir de reforço a força de sugestão para grande massa humana, poucos foram tão convenientes a ponto de induzir 25 mil homens a morrer na travessia impossível de um deserto infernal: E isso, somente por capricho, em rejeição dos soldados pela continuidade sem sentido de guerras bestiais, distancia e tempo longe de suas famílias. Em nosso tempo, se tratando de criaturas inteligentes, mas, passivamente subordinadas,  quantos não ficaram para morrer enquanto seu líder, voltava tranquilamente para o conforto de seu lar dizendo que o fronte estava perigoso? Por acaso neste país não haveria homens mais corajosos ou substituíveis? Ou ele, em seu mundo de fantasia, imaginava uma guerra como conto de fadas onde o príncipe é o herói e, somente os soldados (cidadãos) morrem?   Em nossos dias atuais, um determinado politico diz...Eu faço parte da historia deste país. Percebia-se um apelo incondicional em defesa de seus atos, seus princípios, em sua expressão:  Mas, pequenos acertos de cidadãos não pode apagar grandes falcatruas. Se assim for, não há mais penas cabíveis para infratores, por fim, todos que erram, em seu passado em alguma coisa acertou. Não justifica de forma alguma  ficar livre de uma investigação presente, ( uma CPI ) por um acerto do passado.