Ocupar-se com que ! Eu?

Com quem se encontra a razão cabível, distinta, qual procedência poderia endossar aqueles resolvidos a manipular o manto da inocência, o destino da humanidade? Um escritor com suas inspirações, um padeiro com seu trigo, um camponês com sua enxada, um astrônomo com seu telescópio, um cirurgião com seu bisturi e, todos com suas funções seguem a trajetória de uma vida ocupada. O amor pelo trabalho, seja qual for aquele executado, além dos resultados imediatos a quem o realiza, produz bem estar geral, este é lado real, prático. As referencias as ocupações foi uma forma de entrar em uma questão que comento sobre a maneira especulativa do desconhecido, quais são os recursos normalmente usados para interpretar, ou tentar entender os fenômenos, acontecimentos naturais.  
Todos sabemos o quanto é complicado em um dialogo, a concordância dos pontos de vistas, muito embora, de certa forma, estarem defendendo posições que em sua maioria, poderia estar servindo a um objetivo em comum. Quase todas as organizações que se propuseram tomar a dianteira e defender a humanidade de erros, tentando representar a perfeição, não passaram de exploradores pela falta de discernimento de seus seguidores pela própria condição existencial de todos igualmente. Um trabalho psicológico induzidor, somado a exploração do medo primitivo pelo desconhecido, o aguardo pelo melhor de uma forma mais comoda, tem privado o seres humanos de viver sua liberdade como ser pensante. Além de manipulado, induzido ao bel prazer daqueles que percebem esta displicência, ou poderia eu dizer, inocência...

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