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“Se uma palavra puder aquecer uma consciência como o sol aquece a vida, sem feri-la, então já valeu a pena escrevê-la.”

Escrevo não para convencer, mas para convidar à reflexão.

A todos que têm dedicado alguns instantes de seu tempo para ler, refletir e interagir com minhas publicações, deixo aqui minha sincera gratidão.

Não escrevo com a intenção de alterar as escolhas de ninguém, nem de conduzir ou induzir a pensamentos enganosos, por caminhos que não sejam livres. Cada pessoa carrega dentro de si sua própria história, suas experiências e suas convicções. Meu desejo é apenas que, por meio das palavras, possamos compartilhar pequenos momentos de reflexão.

Se alguma mensagem minha conseguir tocar suavemente o íntimo de alguém — como a luz do sol que aquece sem ferir — já considero que houve sentido em escrevê-la.

Talvez a maior potência que possuímos seja a imaginação: a capacidade de pensar além do imediato, de imaginar um mundo mais gentil, mais consciente e mais equilibrado entre todos os seres.

Se essa imaginação puder, mesmo que em gestos simples, voltar-se para o bem-estar de todos — em um bom dia dirigido a alguém, em um gesto de consideração, em carinho dedicado aos animais que tantas vezes passam despercebidos — então já estaremos cultivando algo precioso.

Agradeço profundamente a cada leitor que caminha por estas páginas.
Que nossos pensamentos sigam livres, e que nossas atitudes, ainda que pequenas, possam ampliar um pouco mais a presença da gentileza no mundo.

Se minhas palavras despertarem um gesto de gentileza, então já terão cumprido seu propósito.

Uma reflexão direta e profunda sobre as ilusões que criamos para suportar a existência — e sobre o amor real que podemos construir neste planeta.

 O ser humano precisa compreender — queira ou não — que aquilo que presencia na natureza, com seus sentidos limitados, existe somente para atender às suas necessidades vitais e permitir que a vida física prossiga.  

Por isso, não resolve, nem ajuda em nada, adornar a realidade com delírios imaginários, tentando enxergar beleza onde não há. Se alimentar-se de outros seres vivos é considerado divino e expressão da vontade de algum deus perfeito, então jamais será possível compreender essa contradição. 

Entenda: a busca por um protetor, por um deus, nasce da necessidade humana de amparo — um reforço psicológico construído pela própria inteligência, moldada pelos efeitos das energias, elementos e matérias sempre em transformação neste cosmos 

Assim, divindades tornam-se recursos simbólicos criados para atender, em nossa concepção, às necessidades ilusórias de conforto e esperança. 

Imaginamos um lugar especial reservado para todos nós, onde continuaríamos a existir com doçura e privilégios acima de toda outra forma de vida, como se fôssemos escolhidos.  

No entanto, todas as espécies que já existiram neste planeta — exceto o ser humano — jamais dependeram de criaturas celestes ou diabólicas para sentirem segurança ou propósito.  

Somente nós buscamos essas figuras, movidos não por escolha, mas pela amplitude emocional que vai da maldade à bondade extrema, ambas naturais e circunstanciais. 

Cultive o amor que nasce de nós mesmos; liberte-se dos amores divinos que aceitam a dor e ignoram as presas indefesas. 
Trate bem as crianças: ensine-as, proteja-as, ajude-as a superar tendências instintivas nocivas. 
 

Ame, da melhor forma possível, o planeta — junto dos animais e dos vegetais que tornam a vida possível. 

 red9juarez

Cuidado! Seu despreendimento e confiança em algo abstrato, pode moldar seu caráter e sua personalidae de uma forma irreversivel: Segando seu eu.

 Ateu ou não ateu — no fundo, isso não faz diferença. Se questionar é pecado , então, de que vale o saber? Mais importante é compreender a...