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Mostrando postagens com marcador Consciência humana. Mostrar todas as postagens
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Não existe definitivamente uma regra a ser seguida, mas, muitas a serem exploradas. (Um convite a enxergar além das ilusões que moldam nosso comportamento e travam a evolução humana).


Até quando continuaremos vivendo com uma venda nos olhos, ignorando os pedidos de socorro que ecoam de todos os cantos deste planeta? Quantos ainda serão martirizados pela negligência de líderes ociosos, parasitas que vivem às custas do sofrimento alheio? 

Seguimos enclausurados em nossos próprios mundos, trancados em nossas mentes e lares, interpretando qualquer reação de resistência como vandalismo, somente porque ameaça a frágil sensação de ordem na qual insistimos acreditar. Refugiados em certezas artificiais, fingimos estar protegidos, quando, na verdade, somos parte da engrenagem que mantém tudo exatamente como está. 

Falar sobre educação infantil sempre será um terreno delicado, justamente porque nelas — nas crianças — repousam o destino das nações e, talvez, de toda a humanidade. São nelas que surgirão os novos líderes. Por isso, costuma-se imaginar que a melhor forma de promover avanços materiais, filosóficos e sociais esteja nos primeiros anos da vida de cada criança. Contudo, como tudo está sob o controle dos adultos, esse caminho torna-se confuso e muitas vezes distorcido. 

Não temo repetir ideias que outros já disseram; não por falta de originalidade, mas porque nunca tive intenção de plagiar pensamentos ou sugestões. Há muito tempo, a sociedade humana deveria ter experimentado outro modelo de convivência, um paradigma verdadeiramente voltado ao bem comum deste planeta. Quem sabe não perdemos uma oportunidade decisiva quando certos baderneiros milenares — marginais de verdade — se fizeram passar por semideuses, espalhando discursos supostamente sábios, moldados para favorecer somente os grupos aos quais pertenciam? 

É importante lembrar que a cultura acadêmica qualifica profissionalmente, mas não garante, por si só, um ser humano melhor em convivência e respeito. Frequentemente, ela serve somente para facilitar a ascensão de alguns aos seus objetivos materiais. O verdadeiro aprimoramento, o único capaz de gerar harmonia social, está na integração real dos interesses e preocupações em prol do bem comum. 

O ser humano de hoje, apesar de suas falhas, é incomparavelmente mais informado que aquele que um dia se curvou cegamente diante de sanguessugas e egocêntricos exploradores da ignorância coletiva. Mesmo que, hipoteticamente, fosse separado de suas tecnologias por alguns instantes, não retornaria ao primitivismo; seria, sim, um cidadão mais esclarecido, sem medo de sombras, trovões ou de antigos mitos que dominaram nossos primeiros passos como espécie — mitos criados para preencher o vazio deixado pela falta de conhecimento e por uma imaginação ainda em formação. 







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Apesar de se importar comigo, reconheço a maravilha de todos.




Poderia iniciar este blog com temas populares: imagens, turismo, carruagens de fogo, as sete maravilhas, o céu azul, receitas de doces, diversidade das flores, perfumes, mitologia, política, refeições caras, modas de estação — o prazer de pessoas sentindo-se realizadas ao exibir volumes de compras de alto valor, próximas àquelas sem recursos.

Em resumo, poderia despertar interesses comuns para aumentar o fluxo do blog e, assim, satisfazer meu ego.
Mas essa não é a motivação.

Não é por algo supérfluo que se sustenta um trabalho que exige dedicação e honestidade. Pode-se mentir para o mundo — mas, honestamente, não mentimos para nós mesmos.


Entretanto, no que me propus a fazer, o que realmente importa é contribuir para a integração de todos — ou, ao menos, da maioria.

É evidente que surgirão divergências e oposições aos meus pensamentos. E elas serão bem-vindas, principalmente quando fundamentadas e motivadas por um espírito verdadeiramente humanitário.

Seja humilde, coerente e portador de discernimento diante da vida que vive e da vida que o sustenta.
Humildade não é ausência de posses, nem inferioridade entre semelhantes. É a consciência de pertencer a uma espécie racional capaz de distinguir entre modismo e realidade.


Existe realidade — ainda que, por vezes, ela pareça confusa diante das constantes mudanças de costumes e das novas descobertas.

Não se deixe conduzir por ideias que reduzem a vida a uma simples ilusão, especialmente quando essas ideias não são acompanhadas de investigação pessoal. Aqueles que não exercitam sua própria inteligência acabam aceitando verdades alheias sem questionamento — e, para esses, a existência pode realmente parecer vazia de sentido.

Esse caminho pode levar tanto à submissão a correntes filosóficas exploradoras quanto ao extremo oposto: uma visão limitada, onde apenas o presente imediato importa. Nesse cenário, não é raro ver pessoas sendo usadas por outras, em nome de desejos e luxos imediatos.


Seja humilde — mas uma humildade consciente.

A verdadeira modéstia não diminui; ela eleva.
Ela torna o indivíduo mais lúcido diante da realidade.

Com o tempo, sua percepção se amplia. O universo passa a fazer mais sentido. A própria criação ganha novas dimensões quando compreendemos que, em uma ínfima porção de matéria — como um grão de poeira cósmica que cabe na mão — existem elementos suficientes para sustentar incontáveis formas de vida.

E talvez, em outras condições, a vida floresça novamente — sem que sejamos, necessariamente, a espécie dominante.

red9juarez




Cuidado! Seu despreendimento e confiança em algo abstrato, pode moldar seu caráter e sua personalidae de uma forma irreversivel: Segando seu eu.

 Ateu ou não ateu — no fundo, isso não faz diferença. Se questionar é pecado , então, de que vale o saber? Mais importante é compreender a...