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O maior controle sobre a humanidade nunca foi a força, mas o medo cuidadosamente ensinado

 


O maior controle sobre a humanidade nunca foi a força, mas o medo cuidadosamente ensinado
Na compreensão de uma criança, pouco importa quem fez as estrelas ou os beija-flores. Não importa se foram fruto de um projeto consciente ou consequência da química natural dos elementos primordiais deste universo do qual ainda sabemos tão pouco.
A orientação mais sublime que se pode oferecer a ela é simples e profunda: diante da dor, somos todos iguais — nas necessidades físicas e também nas psíquicas.

A benevolência não é herdada de deuses; quando existe no cotidiano, é fruto de seres humanos dotados de bom senso.
Observe a vida com a maestria de quem já não se deixa controlar pelo medo, pela submissão, pela ignorância ou pelo tédio. Não se assuste com palavras agourentas, negativas, carregadas de intenções manipuladoras, cujo único objetivo é enganar, tornar o indivíduo não funcional, sem discernimento, agindo como um robô.

Tente. Você é capaz de se libertar por si.
É possível compreender os mecanismos da intuição, da lógica e das regras funcionais que regem os seres vivos e toda a matéria existente. Neste universo, acontecimentos ocorrem independentemente das “verdades” que nos foram impostas. Muitas delas, travestidas de ensinamentos, conduziram gerações inteiras a viverem uma realidade folclórica, ilusória e enganosa.

Desprenda-se, ainda que por alguns instantes, das conclusões moldadas por condicionamentos e verdades distorcidas. Sabemos que poucos seres humanos praticam, de fato, boas relações e bondade genuína. Sabemos também que há aqueles que exercem violência contra semelhantes sem qualquer vestígio de arrependimento.
O que não pode passar despercebido — e muito menos sem indignação — é o contraste gritante entre essa realidade e as tentativas espalhafatosas de ludibriar a humanidade com inverdades cuidadosamente elaboradas, mantendo a consciência humana aprisionada a milhares de anos de atraso evolutivo.

Não é divagação alertar sobre os riscos de ouvir determinados “donos da verdade”, sobretudo quando falam sobre a existência da vida e seus sentidos.
Observamos manifestações de afeto entre crias e seus progenitores em praticamente todas as espécies. No entanto, o comando biológico pela sustentação da vida é brutal. Não há nele nada de divino, nada de bondoso, nada que se assemelhe ao amor romantizado que tanto proclamamos.

Muitas espécies devoram suas presas ainda vivas, lutando para escapar, sem qualquer chance de defesa.
Então surgem os sabedores dos mistérios da vida afirmando: “isso é equilíbrio ecológico.
Dizem tratar-se de um estado de estabilidade dinâmica entre fatores bióticos e abióticos, garantindo a biodiversidade por meio da predação e da ciclagem de nutrientes. Traduzindo de forma simples: para a vida se manter em equilíbrio, basta que uma criatura devore a outra, mesmo ainda viva.

Não há fantasia aqui. A vida é, sim, cruel.
O melhor a fazer é tentar vivê-la da melhor forma possível: respeitar profundamente as crianças, evitar inimizades, afastar-se de vícios, cuidar do corpo e da mente. Não fazer refeições pesadas antes de dormir, pois a máquina humana precisa se recompor. Corpo saudável reflete-se em um rosto onde a felicidade transborda.

Liberte-se dos monstros e dos falsos deuses criados pelos próprios homens. Seja feliz — isso não custa nada.
Transforme sua mente e seu corpo em um templo para tudo aquilo de bom que você descobrir por si.

Demônios não existem. Viva sem medo.
Não devemos nada a entidades inexistentes. Todos faleceremos um dia, e nossa consciência certamente se apegará àquilo que pensamos e praticamos de bom. Esforce-se para viver feliz.

Abandone a ideia de que algum deus mataria o próprio filho para agradar à humanidade, criando uma dívida eterna.
Essa suposta verdade tornou as espécies mais pacíficas?
Sem recorrer a mistérios ou dogmas, responda com honestidade: é possível perceber, ainda que minimamente, a farsa sustentada por esses contos?

red9juarez

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Durante milênios, fomos ensinados a obedecer narrativas — enquanto poucos decidiam quem vive, quem morre e quem lucra com o silêncio.”

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