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Repentinamente...

As luzes se apagam, não há mais pesadelos, medos, créditos ou débitos, deuses ou demônios  princípios e crenças que outrora ditavam comportamentos, agora que diferença faz, nenhuma. Não vamos como somos, não ficamos como pensamos, não voltamos porque não há retorno. Se não nos comportarmos à altura de um ser inteligente que, não percebe o quanto deixa a desejar em tudo que pode realizar de bem estar para si e seu semelhante, merecida se torna a ignorância envolvente à tapar-lhe os olhos e a provocar constrangimento ante fatos que ajudamos para que se dêem. Para nós humanos não existem mistérios a ser desvendados, não existe deixar de ser feliz no presente para ser somente no futuro, o que existe é a necessidade de se cultuar o respeito ao próximo, isto feito, estaremos, seremos absolutos no mérito ambicionado de especiais e selecionados. Digo selecionados, não por acreditar sermos exclusivos, mas, pelo conjunto bem sucedido em que o universo se encontra em nós. ( uma sugestão, que tal iniciarmos uma campanha para criar o dia universal real do respeito ao semelhante?)  

Não galgas o degrau da felicidade?

Ah!...Realidade. 


A eterna busca do homem pela felicidade sem encontrá-la, pelo menos parcialmente, sem saber por que se torna impossível contatá-la, prossegue guiado pelos impulsos das emoções e valores que criamos moral ou materialmente. Assim, não há  de concretizar-se tal desejo e sonho constante: Do mesmo modo, como divaga em busca das certezas com seus erros de interpretação, fundamentados quase que exclusivamente em condicionamentos, também lenta é a forma aplicada que o escraviza à duras penas sem compreender o porquê de tantos dissabores entre países, no mesmo país, quase sempre com a própria família e amigos: Se de tanto é capaz de bom, realizar, por ser racional, fica claro que a falha está tão próxima que não percebemos. Reavivaram em mim nestes dias, minha esperança, confiança e paz nesta forma de vida habitante deste planeta, firmando a dignidade de se encontrar na liderança racional entre as espécies. Aos fomentadores, divulgadores de descrédito e meticuloso trabalho em fazer-se crer ser o ser humano, incapaz de se cuidar, não ser capaz de merecer confiança de seu próprio semelhante, nem mesmo propiciando a si mesmo, uma educação comportamental à altura de racionais sociáveis, eu digo: Por milhares de anos a passividade das massas foi manipulada por aqueles entre outros que, teimam em afirmar ser estúpido o homem que acreditar em outro homem: Segundo antropólogos, surgimos no continente Africano, em sequencia digo eu, as mudanças, embora em atraso, se dão no Brasil no momento. Fica claro no presente, no teatro da vida não existir mais lugares para faraós, inicia-se o processo de quebrar a corrente alimentadora da exploração do homem pelo homem. Para quem defende a utopia de não ser capaz o cidadão de defende-se, enganou-se; Somos todos iguais não somente em teoria, também no trabalho, nos essenciais, para produção, lazer e usufruto. Tomada à consciência de não ser suficiente à força da opressão e condicionamentos de formas várias, um cidadão acreditou no outro, se uniram e foram às ruas para dizer basta. Quando não entendemos um tema abordado ou desconhecemos seu sentido, mesmo assim tentamos dar nosso parecer: É preciso entender a necessidade da existência de regras sociais, apesar de, mesmo sem elas a vida continuar; e quantas vezes, pensando ter domínio de um assunto específico cometem-se erros com conclusões de análises pré-concebidas. Para que a terra permaneça fértil, a chuva repetitiva tem sua importância. Seria ótimo que os seres humanos encontrassem seu caminho de equilíbrio, ordem e justiça prática, advindo de sua sabedoria interior, sem ficar na dependência de condicionamentos de origem externa a teu ser: Se isso for permitido tornasse-a um escravo. Para mim, melhor que a conquista espacial, tive o prazer de vivenciar a atitude dignificante de uma geração que desperta de um maléfico torpor de indiferença e, saem às ruas dando um novo e irreversível rumo à sociedade. Prédios se reconstroem: Destruir patrimônio público é apoderar-se do emprego de estadista e viver como parasita devorando tudo que estiver ao alcance, tendo como escudo a imunidade, a boa fé das pessoas e a força da repressão. O verdadeiro patrimônio de uma sociedade a ser conservado é o Cidadão, que se encontra muito além de símbolos, argamassa e exploração... 
Exemplo maior de desrespeito e prova irrefutável da não qualificação para o emprego de presidente do senado, pudemos testemunhar recentemente, fora os acontecimentos, escândalos publicados pela imprensa, comentados pelos meios de comunicação como radio e TV, suas palavras dirigidas com arrogância, prepotência, uma afronta  similar à um golpe na face de todo Brasileiro fiel ao seu país, sua comunidade e família: À não devolução aos cofres públicos dos valores citados...         

Maná...Átomo, Internet.

Eternamente presente, circulando por infinitos condutores ou não quando, em repousa na estrutura, na massa de um corpo solido ou nos gazes. Podemos citar vários motivos, razões para a vida existir, mas , sem átomos...Nem mesmo os motivos existiriam. Em estudos, da molécula chegamos ao átomo, e o mesmo encanta gerações. Não sentimos um choque brando ou às vezes fatal por descuido ou estarmos molhados, é a diferença de potencial energético buscando seu equilíbrio. Imagina; o racional perdendo para o elementar na busca pela harmonia. Apesar de aproximadamente segundo pesquisadores, em nossa forma, termos surgidos há pelo menos no mínimo duzentos mil de anos, continuamos como os primitivos jacarés de cento e oitenta milhões de anos; que apesar encouraçados e da força física, continuam sendo devorados por cobras, além de às vezes devorarem filhotes da mesma espécie. Problemas frequentes com qualquer cidadão, ou seja, exploração, guerra, desigualdade na participação de bens produzidos pela sociedade, de forma direta tem responsabilidade todos os outros seres humanos do planeta. Coloco desta forma por simplesmente não sermos  jacarés; somos legais...Inteligentes, somos pintores de parede, advogados, pedreiros, agricultores, juiz de futebol, de direito, em todas as áreas exitem especialistas, um profissional. Ao que parece se deve estar atento ao malicioso comportamento egoísta, egocêntrico e estupido, transparecendo a frágil  e doentia atitude dos parasitas sociais.  Notemos, equilíbrio é o que se tem buscado o civilizado em todas as áreas, não seria assim? Inclusive ao da justiça social: Mas se não for, pelo menos é assim que se apresenta todo grupo ou ordem que surge com uma bandeira do representar o bem.Todos nós temos nossas funções coletivas, porem, fora de nosso expediente e horário de trabalho, não há, não se deve considerar a função individual como recurso distinto de validade para se obter diferenciação de tratamento. Pois se assim se fizer, estaremos frente a situações de viver por e com influencia, o que de forma alguma é benéfico para os seres humanos. Lembrem-se dos vegetais, de um pé de pinheiro não nascera uma rosa; lógico? Sem duvida alguma , tratando-se de genética sim, Entretanto os vegetais não possuem intelecto, pelo menos a nível observável: O que talvez pudesse ser mais um erro pré-concebido imaginar que no cosmos, as formas de vida diferenciadas também não teriam recursos para organizar ou modificar o meio sem uma razão. Deixando a genética de lado quanto a humanos gerarem humanos sempre; cometer, repetir erros. deixar-se guiar ou intimidar, é analogamente ser um vegetal, tipicamente portar-se como uma máquina biológica sem inteligencia. Existem areias, os mares, os insetos, as luas em alguns planetas, raios, trovões, filhotes de lagartixas: Fatos permanentes como fenômenos energéticos terrestres, procriação das especies, movimentos das águas. Nós humanos...Existimos, assim como tudo mais, nem mesmo precisaríamos inclusive, sermos dotados de de um cérebro tão complexo, perfeito e maravilhoso para com ele, sermos cúmplices nas vicissitude das guerras, das explorações e induções à servidão das massas. As hienas organizam-se em grupos, atacam, devoram, trucidam suas presas vivas ainda: Absurdo, terrível isso? Não é de terror que estou aludindo, elas não são violentas nem mesmo tem culpa alguma, o comando da vida em seu genes é mais forte que o amor que convencionalmente adotamos pelo menos ocasionalmente. São tão vítimas da violência quanto suas presas; sentem a perda de seus semelhantes, entristecem-se quando feridas. Lembrando, elas elas continuam existindo graças à genética, embora brutalmente, visto seu comportamento com nossos olhos. Privilegiados, somos completos para termos uma vida em plenitude igualmente em todos os cantos deste planeta, sem pugnas, delinquências, e repreensões.  Os genes cuidam de nosso corpo garantindo sua integridade e continuidade; entretanto com o intelecto podemos cuidar de nosso bem estar individual e coletivo, isso, se escolhermos entre duas; sermos bons ou maus, egocêntricos ou não. Agora, sobre a internet; não imagino e jamais ousaria nem mesmo mencionar induzir alguém a tomar decisões. Pessoalmente sou de opinião que a mesma de forma alguma deva ser permitida seu controle por nenhuma forma de governo ou sistema, os cidadãos de todo planeta deve intervir, não ceder a tal controle.  A internet, fazendo bom uso da mesma, obtém-se conhecimentos, aproxima as pessoas, os pensamentos, é útil a todos sem restrição. Só passa a representar um terror, para aqueles que vivem desesperados para não perder o freio dos pensamentos e criatividade do ser humano como ser inteligente...

Não existe definitivamente uma regra a ser seguida, mas, muitas a serem exploradas. (Um convite a enxergar além das ilusões que moldam nosso comportamento e travam a evolução humana).


O propósito do capricho com x

A venda coletiva

Até quando continuaremos vivendo com uma venda nos olhos, ignorando os pedidos de socorro que ecoam de todos os cantos deste planeta? Quantos ainda serão sacrificados pela negligência de líderes inertes — verdadeiros parasitas que prosperam à sombra do sofrimento coletivo?  

Seguimos enclausurados em mundos particulares, confinados em nossas próprias mentes e rotinas, interpretando qualquer manifestação de resistência como vandalismo — não por sua natureza, mas porque ameaça a frágil sensação de ordem na qual insistimos acreditar. Refugiados em certezas artificiais, simulamos proteção, quando, na verdade, somos parte ativa da engrenagem que perpetua exatamente o que dizemos temer. 

Falar sobre educação infantil é, inevitavelmente, pisar em terreno sensível. É nas crianças que repousa o destino das nações — e, talvez, da própria humanidade. Delas emergirão os futuros líderes, os responsáveis por decisões que ainda nem podemos dimensionar. Por isso, acredita-se que os primeiros anos de vida concentram o maior potencial de transformação material, social e filosófica. No entanto, sob a condução dos adultos — já moldados por vícios estruturais — esse caminho frequentemente se distorce antes mesmo de florescer. 

Sem esitar em revisitar ideias já ditas. Não por ausência de originalidade, mas porque nunca houve, de minha parte, a intenção de reivindicar autoria sobre pensamentos que pertencem à própria experiência humana. Há muito tempo, deveríamos ter ousado experimentar um modelo de convivência verdadeiramente orientado ao bem comum. Talvez tenhamos perdido uma oportunidade crucial quando, em tempos remotos, indivíduos oportunistas — marginais em essência — se fizeram passar por semideuses, disseminando discursos travestidos de sabedoria, mas cuidadosamente moldados para beneficiar apenas seus próprios grupos. 

Convém lembrar: a cultura acadêmica capacita tecnicamente, mas não garante, por si só, um ser humano mais justo, consciente ou cooperativo. Em muitos casos, ela apenas facilita o acesso a objetivos materiais e posições de poder. O verdadeiro avanço — aquele que pode sustentar uma convivência harmoniosa — depende da integração genuína de interesses, da responsabilidade compartilhada e do compromisso real com o bem coletivo. 

O ser humano contemporâneo, apesar de suas falhas evidentes, é incomparavelmente mais informado do que aquele que, no passado, se curvava cegamente diante de exploradores da ignorância coletiva. Ainda que fosse privado de suas tecnologias por um momento, não retornaria ao primitivismo. Permaneceria um ser consciente, capaz de questionar, de compreender e de não mais temer sombras, trovões ou narrativas míticas que um dia foram necessárias para preencher o vazio do desconhecido — mas que também serviram, muitas vezes, como instrumentos de controle. 

 



A Engrenagem Invisível da Consciência Humana




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Candura de sem terras


   

 A terra, o trabalho e as contradições de uma sociedade

O MST, a produção de alimentos, as desigualdades sociais e a responsabilidade do Estado.

 A realidade por trás dos julgamentos

Recentemente, em um acampamento de trabalhadores sem-terra, em uma das regiões do Estado do Paraná, pude perceber uma discrepância entre a realidade que presenciei e as críticas daqueles que, desconhecendo as causas e os motivos que originam a existência desse movimento, opinam sem fundamentos sobre todos os que dele participam ou são seus simpatizantes.

Em uma ocasião, durante um bate-papo informal com uma família, conheci uma jovem senhora de 37 anos, acompanhada do esposo e de duas crianças, uma menina e um menino. Repentinamente, lágrimas brotaram de seus olhos enquanto ela comentava:

“Estamos aguardando que o governo libere estas terras para podermos trabalhar. Afinal, já estamos esperando há dez anos. O que sinto mesmo é pena dos meus filhos, que vivem sem o mínimo de conforto. As intempéries do tempo fazem mal a eles.”

Em outras ocasiões, pude conhecer e constatar situações semelhantes. Mesmo produzindo pouco em seus pequenos quintais provisórios, essas famílias conseguem obter alimentos suficientes para sua manutenção. E, ironicamente, são justamente pessoas nessa condição que, quando dispõem de condições adequadas, também podem produzir excedentes.

Podemos viver sem uma caneta, sem uma gravata, sem posição social, sem religião, sem automóvel, sem aviões, sem a ciência e a química, sem andar na moda, sem fazer parte de qualquer grupo ou ordem, sem escalões ou hierarquias, sem determinados confortos e até mesmo sem um dos membros de nosso próprio corpo. Entretanto, não podemos existir sem alimentos.

Então, por que a antipatia?

Realmente, estamos diante de um problema. Quase a totalidade dos cidadãos não se dá conta da importância desse movimento, o MST, tão combatido por aqueles que parecem acreditar que, da maneira como tudo está, tudo está ótimo.

A economia, a moeda e as contradições do poder

Entre tantas profissões existentes, há também a de ministro da Fazenda. Guido Mantega ocupou esse cargo de março de 2006 a janeiro de 2015, período em que o Brasil enfrentou diferentes desafios econômicos.

Independentemente das declarações feitas por seus dirigentes, a questão essencial permanece: até que ponto os indicadores econômicos refletem as dificuldades enfrentadas pela população?

Uma economia pode apresentar resultados positivos em determinados setores sem que todos os cidadãos experimentem os mesmos benefícios. Para quem dispõe de estabilidade profissional, rendimentos elevados e determinadas garantias institucionais, a realidade pode ser muito diferente daquela vivida por quem precisa lutar diariamente para satisfazer suas necessidades básicas.

Uma afirmação de que tudo está sob controle pode soar como uma afronta a quem sente, diariamente, os efeitos da perda do poder de compra.

Estava mesmo tudo sob controle?

Talvez determinados indicadores estivessem dentro das metas estabelecidas. Mas uma coisa é controlar a inflação; outra, muito diferente, é garantir que todos tenham condições dignas de vida.

Em 1993, o Brasil enfrentava uma inflação extraordinariamente elevada. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou naquele ano uma variação de 2.474,15%, conforme dados históricos do IBGE. O Banco Central também registra que a inflação chegou a aproximadamente 2.700% naquele período, dependendo da referência utilizada.

Em 1994, o país implantou o Plano Real. A transição monetária utilizou a Unidade Real de Valor (URV), que serviu como referência para alinhar os preços antes da introdução da nova moeda.

Em 30 de junho de 1994, CR$ 2.750,00 correspondiam a uma URV. No dia seguinte, 1º de julho de 1994, uma URV foi convertida em R$ 1,00. Assim nasceu o real como moeda brasileira.

Essa conversão foi uma etapa de uma reforma monetária destinada a interromper a hiperinflação. Não foi simplesmente uma troca de nome, mas uma mudança acompanhada de medidas econômicas que conseguiram reduzir drasticamente a velocidade dos aumentos de preços.

Entretanto, controlar a inflação não significa eliminar definitivamente a perda do poder de compra, nem garantir que os rendimentos de todos acompanhem o custo de vida.

Pois é! rsrsrs. Não me refiro ao Fusca, mas posso dizer que, durante muito tempo, faltou ao país a capacidade de transformar seus recursos e sua força de trabalho em condições econômicas verdadeiramente equilibradas para a população.

Acumulamos tantas contradições que, se uma nova moeda fosse criada neste instante, poderíamos até imaginar, como em uma ironia, uma cédula que mudasse de cor como um camaleão: ora verde, ora cinza. E todos, ou quase todos, sorririam, acreditando que mais uma mudança de aparência teria resolvido os problemas ocultos.

Os brasileiros sempre trabalharam e produziram muito. Não é justo que um povo com tamanha capacidade produtiva tenha de conviver com dificuldades para satisfazer necessidades básicas enquanto os responsáveis pela administração pública são chamados a prestar contas de suas decisões.

Não precisamos de mágicas monetárias, de discursos que apenas tranquilizem os mercados ou de mudanças de aparência. Precisamos de eficiência real, criatividade, planejamento e capacidade produtiva.

O país possui recursos humanos e naturais suficientes para aspirar a condições de vida melhores. Não nos iludamos: trocar o nome de uma moeda não substitui a necessidade de uma economia produtiva, equilibrada e capaz de distribuir oportunidades.

A terra como instrumento de trabalho e produção

Mas voltemos aos sem-terra.

Na verdade, são cidadãos que reivindicam acesso à terra para trabalhar e produzir. A terra é um bem natural, assim como a água e o ar. Embora sua utilização exija organização, responsabilidade ambiental e respeito aos direitos legalmente estabelecidos, é legítimo questionar por que um recurso tão essencial à produção de alimentos permanece inacessível a tantas pessoas dispostas a cultivá-lo.

Então, por que a antipatia por esse movimento, que reivindica terra para produzir alimentos?

Posso afirmar, com base no que testemunhei, que não se deve reduzir essas pessoas a rótulos como baderneiros, bandidos ou desocupados. Como em qualquer grupo humano, podem existir comportamentos diferentes, e eventuais irregularidades devem ser avaliadas individualmente. Entretanto, o trabalho que presenciei merece ser considerado com seriedade, sem que os preconceitos impeçam o reconhecimento de seus resultados.

Se você não acredita no meu relato, mas tem interesse em conhecer a realidade dessas famílias e sua capacidade de produção de alimentos, visite uma área onde elas trabalham. Observe, converse e tire suas próprias conclusões.

Não seria mais heroico, digno e útil questionar os privilégios de quem afirma que está tudo sob controle?

A estrutura política brasileira envolve despesas com remunerações, verbas de gabinete, atividades parlamentares, viagens e outras estruturas de apoio. A sociedade tem o direito de conhecer esses gastos, avaliar sua necessidade e questionar se os recursos públicos estão sendo utilizados em benefício da população.

Não se trata de condenar antecipadamente quem exerce um cargo público, mas de exigir responsabilidade proporcional à função que desempenha.

Custa rever nossas impressões?

Vida, consideração e respeito a todos aqueles que produzem alimentos!

O que precisamos e o que acumulamos

Vivemos em um país que se declara democrático e livre. Somos livres para fazer planos, sonhar e desejar. Entretanto, transformar a vontade em realidade é outra questão.

Quem dera fôssemos todos equilibrados a ponto de não nos incomodarmos com determinadas renúncias, como se vivêssemos com a simplicidade de monges. Mas a realidade humana é outra.

Sabemos que, atualmente, a superpopulação, as grandes distâncias e as necessidades profissionais tornam determinados bens indispensáveis. Um veículo, por exemplo, pode ser necessário para muitas pessoas. Não defendo que todos renunciem ao conforto ou aos bens que conquistaram honestamente.

Eu, particularmente, não consigo fazer mais de duas refeições ao mesmo tempo, conduzir mais de um veículo por vez, dormir em mais de uma cama simultaneamente, morar em mais de uma casa ao mesmo tempo ou sair usando mais de um par de calçados.

Entendo que o excesso, quando resulta na concentração desproporcional de recursos e na privação de necessidades básicas de outras pessoas, merece ser questionado.

Não se trata de uma observação mesquinha, de mau gosto ou sem sentido. É uma reflexão sobre os limites entre o que precisamos, o que desejamos e o que acumulamos.

Se um médico recém-formado considera insuficiente uma remuneração de dez mil reais mensais por seus serviços, tem o direito de buscar melhores condições. Afinal, escolheu sua profissão, investiu em sua formação e merece uma remuneração justa.

Entretanto, como se sente alguém que recebe apenas o salário mínimo e precisa atender às necessidades básicas de sua família?

Em 2026, o salário mínimo nacional foi estabelecido em R$ 1.621,00 mensais, com vigência desde 1º de janeiro. Considerando uma remuneração hipotética de R$ 10 mil para o médico, o primeiro valor corresponde a aproximadamente 16% do segundo.

A comparação não pretende desvalorizar o trabalho médico, mas questionar as desigualdades que fazem com que o esforço de algumas pessoas seja recompensado de maneira tão diferente do esforço de outras.

De nada adiantam os infinitos blá-blá-blás, os discursos tecnicamente elaborados e as frases sugestivas e indutoras, quando se fala em justiça, fraternidade, amor ou milagres sem que essas palavras se convertam em condições concretas de vida.

Justificar toda diferença salarial exclusivamente pelo tempo despendido, pela permanência no trabalho ou pelos custos de formação já não responde, por si só, a todas as questões que uma sociedade moderna precisa enfrentar.

O Brasil, com sua longa história, teve tempo suficiente para que seus dirigentes desenvolvessem políticas econômicas capazes de assegurar a todos os cidadãos, se não o acesso gratuito, pelo menos o acesso a baixo custo aos serviços e recursos essenciais à vida.

Ou somos hipócritas, ou não somos.

Se não somos, podemos compreender as reações daqueles que se manifestam por melhorias no salário mínimo. Afinal, se pessoas que recebem vinte salários mínimos ou mais afirmam que não conseguem viver adequadamente, imaginemos a situação de quem precisa sobreviver com apenas um.

O Brasil está entre os grandes produtores de alimentos do planeta. Possui um subsolo rico em recursos minerais, capacidade de produção de biocombustíveis, indústrias diversificadas e, sobretudo, um povo trabalhador.

Diante de tantas possibilidades, é legítimo perguntar se não poderíamos assegurar condições de vida mais dignas aos brasileiros, utilizando melhor os recursos nacionais e combatendo desperdícios, privilégios injustificáveis e desvios de dinheiro público.

Não se trata de ser contra quem deseja melhorar sua renda. Ao contrário: trata-se de reconhecer que todos têm o direito de buscar uma vida melhor, desde que esse direito não seja usado como justificativa para ignorar as necessidades dos demais.

A humanidade e a escravidão dos próprios interesses

A humanidade precisa se libertar da infantilidade que a escraviza.

Resumindo o que penso sobre determinados comportamentos: ao longo da história, muitos grupos, organizações e instituições defenderam seus próprios interesses, buscando lucros, vantagens financeiras ou a imposição de seus princípios. Em muitos casos, os mesmos que condenam tais práticas acabam reproduzindo comportamentos semelhantes aos que dizem combater.

Para confirmar essa contradição, basta observar que as guerras jamais conseguiram beneficiar simultaneamente todas as nações e todas as pessoas envolvidas. Seus custos recaem sobre populações inteiras, enquanto os interesses que as impulsionam nem sempre correspondem às necessidades daqueles que sofrem suas consequências.

Subjugar a si mesmo antecipadamente, cedendo a força de sua própria individualidade sem reflexão ou resistência, pode transformar uma pessoa em escrava de interesses alheios.

É interessante e, ao mesmo tempo, lastimável observar as reações inconsequentes provocadas pelos primeiros julgamentos, muitas vezes emitidos sem sinais suficientes de maturidade intelectual e social.

Muitas pessoas já defenderam que a ajuda concedida pelo governo federal aos cidadãos em situação de pobreza deveria ser cortada.

Teriam razão?

Vejamos.

Os bancos, em sua origem histórica, desenvolveram-se para facilitar operações financeiras, pagamentos, empréstimos e a intermediação de recursos. Hoje, embora desempenhem funções importantes na economia, também podem exercer forte pressão financeira sobre os cidadãos por meio de juros, tarifas e outras cobranças.

Para o país, para mim e para você, leitor, pode ser mais vantajoso que cem reais circulem nas mãos de uma pessoa beneficiária do Bolsa Família, permitindo-lhe comprar alimentos, adquirir produtos e movimentar o comércio, do que grandes quantias permanecerem concentradas sem gerar benefícios sociais proporcionais.

O dinheiro gasto por uma família de baixa renda retorna parcialmente à economia por meio do consumo, contribuindo para a atividade comercial, a produção, os empregos e a arrecadação de impostos.

Isso não significa que toda concentração de recursos seja improdutiva, mas demonstra que a circulação de dinheiro entre a população também tem importância econômica e social.

Depois de mais de quinhentos anos de exploração de recursos e riquezas desde o início da colonização europeia, o Brasil ainda enfrenta desafios relacionados à desigualdade, à corrupção, aos privilégios políticos e às estruturas econômicas que favorecem a concentração de renda.

Apesar disso, o povo brasileiro demonstra sua capacidade de trabalho e produção, inclusive por meio de sua participação expressiva no abastecimento alimentar mundial.

O Estado pertence aos cidadãos

O Estado brasileiro não é composto somente por 27 governadores, seus respectivos vice-governadores, o presidente e o vice-presidente da República, 81 senadores, 513 deputados federais, prefeitos, vereadores e deputados estaduais.

O Estado brasileiro é composto por aproximadamente duzentos e des milhões de cidadãos, cada qual com necessidades, direitos, deveres, capacidades e expectativas.

A estrutura pública existe para servir à sociedade, e não para se colocar acima dela.

Cargo público, em uma sociedade que se pretende evoluída, deve ser entendido como uma função de trabalho e responsabilidade perante os cidadãos, não como um altar.

Quem ocupa uma função pública não se torna superior àqueles que deve servir.

red9juarez

Alimente seu bom humor sem custos.


Não desperdice sua vida para ser o máximo, você já o é.
Limite os degraus para que possas repousar em um patamar.
Não pense de mais para que não viva de menos.
A senhora disse que eu sou um idiota, é verdade? - Eu não disse, mas é verdade._ O Miguel deixou tudo para um orfanato. - Quanto? _ Nove filhos._ Você foi visto de madrugada abraçado a um poste - E será que você tem ciúme de um poste?_Querido! Que beijo ardente! Por que nunca me beijou assim? - É que é a primeira vez que me esqueço de tirar da boca o charuto aceso. _A mãe diz: Se ele quer casar contigo, diz-lhe que venha me ver. -Filha diz: Ele já viu mamãe e, mesmo assim quer se casar._Garçom: Foi o senhor que pediu a omeleta? Freguês: Eu mesmo! - Só que naquele tempo minha barba era curta._Mas o senhor tão forte e moço; não tem vergonha de pedir dinheiro? - Tenho dona, mas uma vez peguei dois anos de cadeia por ter apanhado dinheiro sem pedir. _Ao moleque que pede uma moeda, diz o sisudo cavalheiro:- Antes pedisses com educação, - Ora! Eu peço o que julgo tenha o senhor!..._Engraçado! Teu cão abana a cauda de cima para baixo, em vez de fazê-lo lateralmente como os outros cães!-Por ai já podes ver quanto é estreito o meu apartamento.  _Na escola: Aluno: Os índios Peles vermelhas eram uma raça que vivia na America do norte e cujos homens tinham seis pernas; Professora: Que disparate! Como chegou a esta conclusão? - Aluno: Muito simples: A senhora disse que eles tinham seis pés! Professora: Seis pés de altura!_ Bom começo: A nova secretaria ao patrão; - Como deseja que eu o chame? - O patrão muito amável diz... Pode me chamar de querido._Esta é para refletir: Se o mundo houvesse sido feito pelos homens de negócios, o ovo seria quadrado para facilitar a embalagem. Dizem que a pinga nos mata pouco a pouco, lentamente: Por isto não largo dela... Para não morrer de repente._Afligir-se antes do tempo, é afligir-se duas vezes. Felicidade: Senhora diz; Sou feliz em ser mulher, pois não terei que me casar com outra. _Segundo Eva: E vendo Deus que o homem era imperfeito, inventou alguém que lhe aturasse os defeitos._Aquele que tem caridade no coração tem sempre alguma coisa para dar._Bêbado: Puxa! Bebi uma garrafa inteira de óleo de bronzear a pele e ainda não fez efeito._A jovem: O senhor não tem vergonha? Tenho sim, mas é como a sua minissaia: Um pouquinho só, para tapear._Empregado: Patrão, diz o horóscopo que hoje é bom para pedir aumento de salário... Patrão: Interessante, o meu diz que hoje farei uma viajem ao exterior, portanto, não vou poder estar aqui. _Não odeie as pessoas invejosas, são elas profundamente infelizes com a sua consciência de inferioridade._ Cachorro: Entre não tenha medo! O cão não morde... Epa! Sultão! Que é isso? Puxa!...Sabe que foi a primeira vez?_O juiz do tribunal de divórcios diz para a mulher: Mas deve ter achado algo positivo no seu marido quando se casou com ele há sete anos... Achei, sim, mas já gastei até o ultimo centavo! _Marido: Querida, você não está gorda de mais: Você só é muito baixa para seu peso._Falou está falado: Um homem levou uma surra da mulher e escondeu-se debaixo da cama: Sai dai agora mesmo! Berrava a mulher: Sou muito homem! Respondia ele. Quando digo que não saio, não saio mesmo! E não se fala mais no assunto! _Esposa: Acabando de chegar, fala para o marido... Estive na aula de caratê, por isso o jantar vai atrasar. Vai querer reclamar de alguma coisa? _Se estivermos mesmo sendo observados por extraterrestres, por que não ouvimos as risadinhas deles?_Um homem foi ao cinema e ficou perplexo ao encontrar uma senhora com um cão pastor-alemão sentado no colo: Ainda mais admirado ficou ao reparar que o cão ria quando a cena do filme era para rir: Desculpe, disse o homem à senhora, mas estou perfeitamente abismado por seu cão gostar tanto do filme: Eu também, respondeu à senhora... Ele detestou o livro._ Um caipira comprou um carro, tirou a carteira de motorista e saiu a passear: Ao chegar perto de uma cidade, avistou um aplaca onde se lia; DEVAGAR QUEBRA MOLAS: Não se lembrando de ter aprendido este sinal, saiu a toda velocidade: Resultado: Quebrou a suspensão. Não contendo a fúria, voltou e escreveu embaixo na placa: DEPRESSA TAMBÉM._ Entre dois pedintes: Você nunca vá pedir naquela casa! - Por quê? - Eles te oferecem trabalho. _ Sabe o porquê do ciúme do pato com o cachorro? É que o cachorro tem quatro patas._Falam muito mal das sogras, a minha é um anjo. Sorte a sua, porque a minha ainda está viva.

A noção de justiça, em sua essência

  Aos patriotas de bom senso, que se movem sem ser induzidos por sugestões, condicionamentos ou irresponsabilidades. Justiça e Responsabilid...