Translate

Mostrando postagens com marcador O coletivo é importante Costume de prevalecer sempre. Iniciarmos um diálogo Argumentos favoráveis Sempre alerta Detentor da palavra Fazer interrupções Preparado para ouvir.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O coletivo é importante Costume de prevalecer sempre. Iniciarmos um diálogo Argumentos favoráveis Sempre alerta Detentor da palavra Fazer interrupções Preparado para ouvir.. Mostrar todas as postagens

Sim, somos todos iguais, mas, em momentos diferentes.


Quantas vezes você realmente ouviu alguém até o fim… sem interromper?”








Jamais poderia desconsiderar um contato, uma amizade, com todas as pessoas com quem mantive um diálogo ou convivência.

Com o tempo, compreendi a importância de tudo e de todos que nos cercam — estejam próximos ou não. Sou grato por cada aprendizado que a vida me permitiu receber. Somos mais do que nossas funções.

Independentemente da ocupação, não somos apenas executores de

tarefas. Nos desdobramos em duas dimensões inevitáveis: de um lado, o profissional; do outro, o ser humano que existe além do trabalho — e que, muitas vezes, é negligenciado.

É justamente esse “eu” esquecido que nos proporciona os momentos mais genuínos de realização.

Valorizamos o coletivo — e ele é essencial —, mas principalmente no que diz respeito à organização social e divisão de responsabilidades.

No campo das ideias, porém, quase todo pensamento encontra oposição.

Há um hábito recorrente: posicionarmo-nos como detentores da razão. Isso enfraquece as relações humanas.

Quantas conversas começam como troca e terminam como disputa?

Ouvimos pouco. Interrompemos muito. Redirecionamos o diálogo para reafirmar nossa própria visão.

Por outro lado, também não se trata de aceitar tudo passivamente.

O equilíbrio está em saber ouvir com atenção e falar com consciência.

Não permitir que condicionamentos e impulsos se sobreponham à razão.

Uma conversa não é um confronto. Não é uma situação de sobrevivência.

É, antes de tudo, um espaço de construção.

Quando alguém fala, já carrega um raciocínio estruturado. Interromper é quebrar esse processo.

Ouvir até o fim é respeitar — e também aprender.

Se houver discordância, que ela venha depois, com reflexão — não como reação.



A Farsa do Instinto Domesticado

  Existimos. Quem te ensinou a aceitar o sofrimento como virtude? E, para continuar existindo — por instinto,  proposito ou  acaso  --- nos ...