A vida é breve — ignorar isso é desperdiçar a única oportunidade real de evoluir.
Aos que já se foram, ainda permanecem — e irão um dia.
Durante a vida, é necessário reconhecer a brevidade da existência; isso não se trata de especulação, pois apenas em equívocos resultarão as especulações a partir das nossas dúvidas prolongadas e sem direção.
Portanto, é certo que não podemos ir além de conjecturas e divagar com a imaginação sobre o tempo imaginário em suas manifestações e ocorrências.
Além disso, a complexidade de entender nossos limites de compreensão, enquanto estamos cercados por uma constante abundância de prazeres saudáveis, como trabalho, realizações, criações e paz, representa um desperdício dos recursos de aprendizado.
Esses recursos foram conquistados com tanto esforço e superação de obstáculos que pareciam improváveis de serem superados. Bom senso, com uso racional digno de seres perspicazes. Temos que aprender e agir com força e imposição para que os costumes e a cultura humana eliminem os maus hábitos.
Isso permitirá a evolução e acúmulo de entendimento dos motivos válidos a se resguardar e maus para se evitar. Elucidar-se é como uma luz a brilhar: aprender, observar a si mesmo, compreender seus limites, sentimentos, capacidade de naturalmente discernir.
Com o desejo genuíno que vem de seu íntimo, você alcançará o conhecimento máximo, ao qual todo ser humano pode acessar por meio de sua capacidade única e natural.
Vivemos como se construíssemos um barco e o colocássemos na água com alguns furos: e, durante a travessia, todo o rumo a algum destino, teríamos que dar toda atenção e nos protegermos do afundamento da canoa.
Portanto, não vivemos em um paraíso; ele existe apenas em nossos pensamentos e se manifesta como fábulas escritas por pretensiosos que se autodenominam favoritos dos deuses, influenciados por um mecanismo primitivo que nomeia com estupidez e ignorância Deus como corretor de terras, concedendo a eles lotes. Ao compararmos nosso tempo de vida a cristais, sempre estaremos expostos a riscos de quebra.
A menos que permaneçamos inteiros, devemos insistir em abandonar a fraqueza de não seguirmos nossa sábia capacidade individual e nos tornarmos mais participativos em tudo que envolve nossas vidas como um só corpo.
Se não fizermos uma radical alteração social e comportamental, seguiremos os milênios nos ferindo, com as trancas nas portas, muros, grades e fome por todo o planeta.
Consequentemente, estamos condenando as gerações futuras a seguirem passos idênticos, com persistentes hábitos resultando em erros em razão de nossa pouca atenção à evolução de nossa essência, tornando-nos cúmplices dessa repetição.
As gerações futuras tomarão seus erros como referências, sem poderem livrar-se de destinos idênticos, com resquícios deixados de nossa pouca atenção à evolução de nossa essência, tornando-nos cúmplices, condenando gerações futuras a seguirem seus destinos, com resquícios de nossa pouca atenção dada à evolução de nossa essência.
Nossa espécie tem, mas não faz uso da inteligência: todas as religiões já existentes, em sua maioria, fazem uma imagem do ser humano, uma cópia de uma criatura divina; claro, isso para atrair seguidores.
Até insistem em afirmar que o livre-arbítrio não foi bem seguido; assim, as ótimas escolhas não foram feitas. Por essa razão, não foram seguidas à risca as melhores opções; por essa razão, o homem sofre muito nesta vida.
Os céus verdadeiros podem ser compreendidos apenas por meio da prática neste mundo, com sabedoria e respeito pelas coisas e pelos semelhantes; assim, conseguiremos usufruir aqui mesmo de algo parecido aos céus dos criadores de fantasias. A verdadeira compreensão da existência se dá somente por meio da prática neste mundo, com sabedoria e respeito pelas coisas e pelos semelhantes; assim, conseguiremos usufruir aqui mesmo de algo parecido, mas real e verdadeiro.
Nada comparável aos céus dos criadores das fantasias. Amadureça e esqueça; milagres não existem, somente nós podemos interferir no destino da humanidade, não pelo livre-arbítrio, isso é fantasia.
Nossos corpos, para cuidarmos deles, além das básicas supridas magnificamente pela natureza, precisam de paz, que nós podemos construir, e alimentos que também providenciamos, individualmente aptos como pássaros alimentando-se com esforço próprio.
Tenho consciência de que seres humanos são criaturas magníficas: com os recursos de criatividade, imaginação sem limites, a capacidade de trazer para a realidade coisas abstratas com sabedoria, as materializando. Infelizmente, a displicência tem resultado em desabores evitáveis. Em outras espécies, percebemos mais eficiência nos grupos orientados por seus líderes.
Comprovado está e facilmente percebível, a importância nas ciências com seus efeitos e influências na qualidade resultante de sua existência para a humanidade.
Exclua as ciências de nossa espécie e veremos o quanto distantes estamos de fazer jus à intelectualidade que temos à disposição. Resultará em...
... Cumplicidade eterna nas gerações, sorrindo, lotando arenas, a ver gladiadores se matando. Sem citar as tantas barbaridades cometidas em grande parte com nossa aceitação das regras mal feitas. A paz universal para nossa espécie só será alcançada quando entendermos que chegamos até onde estamos somente por méritos dos antepassados fortes e persistentes.
Detalhe que jamais pode ser esquecido, o limite do primitivo, a natureza nos impulsionando para a vida, chegou ao grande muro da divisão: Desligue-se de crendices, liberte-se das amarras de uma realidade convencionalista.
Encaremos o mundo real, onde as dores de origens por motivos oriundos de nossos atos e problemas gerais, podemos, se não anulá-los de vez, ao menos conseguiremos muito progresso.
Red9juarez.