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“Se uma palavra puder aquecer uma consciência como o sol aquece a vida, sem feri-la, então já valeu a pena escrevê-la.”

Escrevo não para convencer, mas para convidar à reflexão.

A todos que têm dedicado alguns instantes de seu tempo para ler, refletir e interagir com minhas publicações, deixo aqui minha sincera gratidão.

Não escrevo com a intenção de alterar as escolhas de ninguém, nem de conduzir ou induzir a pensamentos enganosos, por caminhos que não sejam livres. Cada pessoa carrega dentro de si sua própria história, suas experiências e suas convicções. Meu desejo é apenas que, por meio das palavras, possamos compartilhar pequenos momentos de reflexão.

Se alguma mensagem minha conseguir tocar suavemente o íntimo de alguém — como a luz do sol que aquece sem ferir — já considero que houve sentido em escrevê-la.

Talvez a maior potência que possuímos seja a imaginação: a capacidade de pensar além do imediato, de imaginar um mundo mais gentil, mais consciente e mais equilibrado entre todos os seres.

Se essa imaginação puder, mesmo que em gestos simples, voltar-se para o bem-estar de todos — em um bom dia dirigido a alguém, em um gesto de consideração, em carinho dedicado aos animais que tantas vezes passam despercebidos — então já estaremos cultivando algo precioso.

Agradeço profundamente a cada leitor que caminha por estas páginas.
Que nossos pensamentos sigam livres, e que nossas atitudes, ainda que pequenas, possam ampliar um pouco mais a presença da gentileza no mundo.

Se minhas palavras despertarem um gesto de gentileza, então já terão cumprido seu propósito.

“Se uma palavra puder aquecer uma consciência como o sol aquece a vida, sem feri-la, então já valeu a pena escrevê-la.”

Escrevo não para convencer, mas para convidar à reflexão. A todos que têm dedicado alguns instantes de seu tempo para ler, refletir e intera...