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Mostrando postagens com marcador Egocentrismo humano Gravidade psicológica Evolução da consciência. Dor e percepção biológica Inteligência e vaidade Filosofia da humanidade Cosmologia e psique Individualidade vs coletividade. Mostrar todas as postagens
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“Nove bilhões de humanos. Nenhum consenso. Só um centro: o ‘eu’. E isso está nos destruindo.”

 

“Somos como planeta com seu campo gravitacional: atraímos tudo para nós — mas, ao contrário da gravidade, nosso ego não mantém os seres humanos em equilíbrio.”
Em uma hipotética alusão:
Se os cerca de nove bilhões de humanos atuais estivessem reunidos, não haveria — independente do tema, assunto ou opinião — um consenso universal.

A dor física é natural a toda criatura biológica dotada de sistema nervoso — acredito eu. Mas não podemos afirmar se a contração diante do frio extremo ou do calor intenso é, em todos os seres vivos (inclusive vegetais), uma reação à dor ou apenas um mecanismo de sobrevivência.

Nós, humanos, seguimos uma regra quase perfeita na constituição física — e, por consequência, no psíquico. Não há um “início, meio e fim” definido; somos um processo contínuo. Com o tempo, nossos corpos se adaptam ao ambiente, buscando facilitar o movimento, a existência, a sobrevivência.

Há em nós uma semelhança inegável com a ordem dos corpos celestes: podemos comparar o campo gravitacional ao nosso egocentrismo. Ambos são forças de atração centrípeta — o primeiro, físico; o segundo, psicológico.

Assim como a gravidade mantém planetas e galáxias em equilíbrio, o egocentrismo humano atrai tudo para si — como se fôssemos o centro real de um universo pessoal. Mas, diferentemente da gravidade cósmica — que garante ordem —, nosso egocentrismo é um reflexo de vaidade: uma distorção da inteligência, que nos faz acreditar sermos especiais, exclusivos, merecedores de atenção acima de tudo.

A história da civilização nos mostra: os maiores exageros e erros surgem quando, ao ultrapassar o primitivo, usamos a inteligência não para harmonia, mas para afirmação individual. Com recursos limitados, evoluímos mais do que com toda a força da imaginação à nossa disposição — porque escolhemos, repetidamente, o ego em vez da coletividade.

Parte 1

red9juarez

“Nove bilhões de humanos. Nenhum consenso. Só um centro: o ‘eu’. E isso está nos destruindo.”

  “Somos como planeta com seu campo gravitacional : atraímos tudo para nós — mas, ao contrário da gravidade, nosso ego não mantém os seres ...