Riscos da credulidade
Antes de aceitar enganos e equívocos, pense em sua grandeza única
neste universo e, tente compreender as coisas por si primeiro. Ficará extasiado
com as descobertas e sua capacidade. Red9juarez
Blog livre à todas as postagens que possam resultar em benefícios humanitários.
Crianças não fazem guerras 2
Trocar o nome do sal por açúcar, não o torna doce. Em imaginárias fabulas e em mundos com culturas totalmente fantasiosas, não coaduna com uma realidade satisfatória, antes, haveria
a necessidade de um possível e prévio estudo sobre os efeitos de práticas
totalmente inconsequentes. Tentam firmar que guerras, fome, escravidão,
preconceitos, são inerentes aos seres humanos. Quem aceita facilmente, claro, e
concorda com essa afirmação, mentalmente ainda é tão primitivo quanto cupins e
tantas outras criaturas ao nível que alcançamos. Em posição confortável, todos
temos opiniões sobre conflitos alheios e soluções plausíveis para encerramento
de confusões entre pessoas, vizinhos ou países em guerra. A realidade, que não
fazemos questão de perceber por ser trabalhoso pensar, é a de, embora
argumentos não mudem nada desta verdade, somos diretamente todos responsáveis
por tudo de ruim que tem acontecido com seres humanos em geral e, o próprio
planeta com riscos reais de se tornar insustentável qualquer forma de vida tais
quais as que conhecemos e, não temos feito muito esforço para mantermos tudo em
harmonia por aqui. Com um passado sabidamente tempestuoso em cuidados e
tratamentos dados aos vegetais, crianças, animais e a essência, (alma humana) excetuando o primitivismo em razão de quanto mais latente melhor, por um lado,
uns, vieram lapidando por e, interesses próprios. Claro, com a concordância,
displicência e irresponsabilidade com a própria vida, fazendo do existir um
humano vazio. Red9juarez
Crianças não fazem guerras, mas sofrem as consequências delas. Milhões de crianças vivem em situações de conflito armado, violência e instabilidade, enfrentando riscos de morte, ferimentos, deslocamento, fome, doenças e abusos. Essas crianças têm seus direitos violados e suas oportunidades destruídas. Elas precisam de proteção, assistência e esperança para um futuro melhor. A comunidade internacional tem a responsabilidade de garantir que as crianças não sejam esquecidas nem abandonadas em meio às crises humanitárias. É preciso investir na educação, na saúde, na segurança e no bem-estar das crianças afetadas pelas guerras, para que elas possam se recuperar, se desenvolver e contribuir para a paz e o progresso de seus países.
Único
recurso e, sem fantasiar, tornando a graça da existência em fábula, a espécie
humana não encontrará em nenhuma outra forma para materializar uma realidade
benéfica responsável. À não ser que se realize uma radical mudança na cultura,
primeiro, desvencilhar-se dos vícios primitivos, tais como, alimentar-se
simplesmente de tudo que se move, também aqueles, sendo vegetais, poupando a
sua grande maioria. Além de outros costumes adotados que levam a aceitação de
sugestões por todos, dos poucos, que, na verdade, nada sabem deste universo
enigmático para nós, sê passando por mensageiros do além. Alimentando suas
ociosidades e vícios...red9juarez
Quando a dúvida se encontrar presente em algum momento em sua vida, na tomada de alguma decisão, não deve haver preocupações de sua parte quanto ao fato de parecer falta de confiança em si próprio. A mesma, deve ser aceita como proteção e não geradora de insegurança. O intuitivo primitivo frente a uma nova escolha, naturalmente oscila entre opções, seguramente, acertos e erros estão presentes tanto em sentidos primitivos quanto o que dependa do racional.
Leis
Leis, ou homens maleáveis por não serem legisladores
eficientes nos cumprimentos de suas funções como representantes e coordenadores
das vigências do estado. Enquanto honorários, fiança, crimes primários, influencias,
forem recursos e meios para quebrarem regras na sociedade para facilitarem os
caminhos de cidadãos exigentes, mas, inescrupulosos como corruptos vaidosos que
para atenderem suas supostas necessidades financeiras, tornam-se cúmplices e apoiadores
das explorações dentro da sociedade, não se importando em quantos, sutilmente mais
escravizam e, não o que seu próprio trabalho poderia resultar em bens para poderem ter, excessos e fartura em suas vidas.
Elaborações de leis iniciam-se como não seria de se estranhar, entre
humanos e não em meio às máquinas, aliás, o que seria de ótimo resultado se
fossem criadas por máquinas, o que no futuro se houver, a única esperança dos humanos,
em razão de bem elaboradas, não seria praticáveis subornos e desvios de caráter...
Grilagem no Pará e mais Estados Brasileiros.
A grilagem de terras em áreas rurais, especialmente no estado do Pará — mas também presente em diversos outros estados brasileiros — revela uma realidade que, se investigada com seriedade, causaria indignação profunda na população consciente do país.
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), conduzida com rigor, não precisaria recuar cem anos na história. Bastaria analisar o presente: proprietários ilegais, invasões estruturadas e a consolidação de terras obtidas por meios questionáveis. O que viria à tona seria uma situação revoltante para qualquer cidadão comprometido com a justiça social.
Sem conhecimento aprofundado e sem um verdadeiro interesse nacional, torna-se fácil distorcer a realidade: pequenos produtores e nativos, que buscam apenas terra para cultivar e sobreviver, são frequentemente rotulados como baderneiros ou até terroristas.
Mas é preciso questionar: quem, de fato, pratica o verdadeiro terrorismo?
Terrorismo não é a luta por sobrevivência. Terrorismo é o exercício do poder por meio da influência corrupta — é subornar, manipular, utilizar cidadãos comuns como “laranjas” para encobrir interesses maiores. É distorcer a realidade política e social enquanto se projeta uma falsa imagem de integridade.
Terrorismo é permitir e sustentar um sistema que viabiliza a apropriação indevida de terras que pertencem, em essência, ao povo brasileiro.
A grande produção agropecuária, sem dúvida, gera riquezas. No entanto, grande parte dessas riquezas é direcionada ao exterior, sem retorno proporcional à população. Recursos naturais — sejam minerais ou alimentares — são explorados conforme interesses de lideranças políticas e econômicas, muitas vezes priorizando vantagens pessoais em detrimento do bem coletivo.
Diante disso, torna-se evidente: somente interesses particulares poderiam justificar a retirada do acesso do povo à terra, ao alimento e à dignidade.
Enquanto isso, governantes que deveriam zelar pelo bem comum priorizam privilégios, altos salários e benefícios próprios, negligenciando aqueles que realmente sustentam a base alimentar do país.
E há ainda um agravante silencioso: os desinformados. Muitos, sem base concreta, criticam aqueles que lutam por espaço para trabalhar e sobreviver. Permanecem inertes, como se não percebessem seus próprios recursos sendo escoados para o exterior. Não questionam os alimentos brasileiros exportados a preços reduzidos, nem refletem sobre os reais benefícios dessa dinâmica.
O resultado é uma sociedade que, muitas vezes, se cala diante da própria perda — enquanto poucos lucram, e muitos permanecem à margem.
( Página republicada, corregida)
20/03/2026
Red9juarez
Ateu ou não ateu — no fundo, isso não faz diferença. Se questionar é pecado , então, de que vale o saber? Mais importante é compreender a...