Sem capital de reserva ou patrimônio para hipotecar, não havia outra saída para que eu obtivesse recursos para assegurar aos meus filhos, possibilidades de no futuro ter melhores condições de vida: meu comércio consistia em fazer manutenção em TVs e sons, instalações de som também em automóveis: teria que encerrar também, não havia tempo para aumentar a freguesia e, meus débitos embora pequenos, continuavam aumentando: momento houve em ter de optar entre quitar parcela de dívida ou comprar alimentos. Blog livre à todas as postagens que possam resultar em benefícios humanitários.
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Como foi estar em um garimpo de mergulho no Rio Madeira
Sem capital de reserva ou patrimônio para hipotecar, não havia outra saída para que eu obtivesse recursos para assegurar aos meus filhos, possibilidades de no futuro ter melhores condições de vida: meu comércio consistia em fazer manutenção em TVs e sons, instalações de som também em automóveis: teria que encerrar também, não havia tempo para aumentar a freguesia e, meus débitos embora pequenos, continuavam aumentando: momento houve em ter de optar entre quitar parcela de dívida ou comprar alimentos. Órfãos no Universo
Humanos, órfãos no Universo.

Expansão por méritos: Deuses que sois
Poder-se-ia dizer, ter medo, é valorizar a vida...
Ai está um sutil modo de usar-se a inteligência e instintos para contornar receios e disfarçar um suposto controle sobre a condição para com a vida. Mas, de nada valem os temores frente à realidade, onde não compreendemos a morte e somos forçados a fazer de outras formas de vida, nosso combustível: Seja vegetal ou animal. Sejam as hienas, os leões, cobras, vírus, delicados coelhos, lindos pássaros e humanos; assim, a vida se da neste planeta com as espécies dando cabo de outras para que não cesse a propagação e constância do mundo biológico...
Para refletir...
Entre crenças e mitos, a humanidade aprendeu a se conformar — mas ainda não aprendeu a pensar livremente.
Fé não substitui consciência. Dogmas não salvam a humanidade.
Crenças e fé são expressões existenciais, individuais e psicológicas.
São manifestações do universo como recurso de amparo para o acontecimento e conforto da vida em nós, enquanto seres pensantes. Fazem parte da essência íntima de cada ser humano.
Pratica o bem, da forma que fores capaz, e sentirás a força do cosmos atuando em e com você.
Vives, assim como eu, sem a necessidade de aceitar verdades impostas. Mas nós, que damos ênfase ao intelecto, sabemos: os males da humanidade não foram — e não serão — eliminados apenas com fé e crenças. Basta termos consciência da própria história.
Podemos, sim, fazer bom uso dos recursos naturais em benefício de todos os seres humanos que existem e que ainda nascerão. O que jamais devemos aceitar é a normalização de cenas de sofrimento como parte da rotina.
Infelizmente, assim como certos vegetais se adaptam ao vento, à água ou aos animais para se propagarem, os seres humanos também se adaptam a tragédias repetidas. Com o tempo, tornam-se indiferentes aos infortúnios alheios, só reagindo quando diretamente envolvidos.
Ao longo das civilizações, indivíduos e grupos tentaram — e ainda tentam — explicar o inexplicável segundo seus interesses, crenças e conveniências. Tudo o que desconhecemos tende a ser rotulado, dimensionado e tratado como verdade até que se prove o contrário.
O Sol, por exemplo, mantém a vida sem intenção moral alguma: queima seus próprios recursos, transforma hidrogênio em hélio, gera luz e calor. Não por desígnio humano — apenas por sua própria natureza.
Salvo o trabalho sério de cientistas, pesquisadores e pensadores, tudo o mais não ultrapassa especulação, adoração ou conveniência psicológica para suportarmos a ideia de que talvez não exista um propósito feito sob medida para nós.
A criação é adversa às fantasias humanas. Violenta, fria e indiferente às nossas obstinações. Sofrimento, vazio e angústia estão presentes — mas não nos impedem de caminhar. Em certos momentos, sentimos um impacto súbito, quase imperceptível: uma fração de tempo em que a consciência parece deslocar-se para outro plano.
Ainda que sejamos moldados por estruturas sociais rígidas, não anulamos nossas capacidades criadoras e nosso discernimento. Elas permanecem — embora ignoradas pela maioria. Basta observar quão raros são, em cada geração, os verdadeiros pensadores, pesquisadores e humanistas.
Devemos ser cooperativos, sim. Uma sociedade harmoniosa depende disso. Mas jamais ao custo da anulação do ser único, da transformação do indivíduo em algo robótico.
Alexandre, o Grande — para os que se permitem pequenos — é exemplo disso: um único homem foi capaz de conduzir vinte e cinco mil outros à morte em uma travessia insana, alimentada por glória, fantasia e submissão.
Quando um político afirma “faço parte da história deste país”, apela à emoção para justificar seus atos. Mas pequenos acertos não apagam grandes falcatruas. Um erro presente não se absolve por um acerto passado.
Não há justificativa para fugir de investigações, de CPIs ou da responsabilidade. Se assim fosse, não existiriam mais culpados — pois todo infrator, em algum momento, acertou algo na vida.
Erro humano fatal, fazer-se de bonzinho e exigir bondade alheia.
Meu país é o planeta: Governo mundial?
A razão da exposição da bandeira é simplesmente localização geográfica.
Durante milênios, fomos ensinados a obedecer narrativas — enquanto poucos decidiam quem vive, quem morre e quem lucra com o silêncio.”
A Humanidade Refém de Suas Próprias Mentiras Quando Poucos Decidem e Milhares Perecem. A Farsa da Autoridade: Religião, Poder e a Indústri...
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AJUDA SOB AS ÁGUAS. Um relato real — Rio Mogi Guaçu , Guatapará–SP A avidez em fazer bom uso do tempo, às vezes, nos faz deixar passar d...
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