Translate

Guerras; ações que destroem a dignidade humana dos adultos, e promovem o demérito da espécie

 


Não são as crianças que escolhem seus líderes. 

Guerras; ações que indignificam e promovem o demérito — contrastam com as crenças adotadas e aceitas, muitas vezes de forma irresponsável por líderes, e por comodidade pelos demais. Já não se trata mais de instinto de sobrevivência, mas de uma escolha lastimável: a de viver de forma cômoda, sem assumir responsabilidade sobre si.

Não faz diferença quem, ou qual lado, exterminou mais seres humanos ou destruiu mais patrimônios alheios. Os abusos e barbarismos afloram submetendo o ser humano a monstros interiores adormecidos. Religiões, seitas, ordens de qualquer natureza não vai resolver nada. A correção para tal decadência encontre-se em todos nós individualmente com interesse de melhorar.

Certa vez, li em algum lugar — não me recordo onde — que guerras seriam inerentes ao ser humano. Essa afirmação, no entanto, não representa nossa real capacidade de alimentar a paz. Ela limita a imaginação, tornando-a submissa ao comportamento primitivo da espécie, do rudimentar ao ser presente.

Entre nós, quem mais fala sobre comportamento e regras, que passe a observar — sem receio — a importância de não fazer uso indevido do saber. É preciso questionar tudo, antes de aceitar qualquer coisa como “o mais próximo da verdade”.

Entenda: a inteligência entra em conflito com a ideia de que somos ou fomos seres irresponsáveis, punidos com a ira de algum mito, e que, por consequência disso, os males que enfrentamos ao nascer seriam dívidas. Isso somente permite justificar as angústias e contratempos criados e vivenciados por todos.

Questionar com bom senso e responsabilidade é dever de todos. Caso contrário — como costumo dizer — se questionar é errar, de que vale o saber?

Quanto à afirmação de que guerras são “inerentes ao ser humano”: se quisermos acabar com elas, é simples. Basta mudar a cultura. Ensine às crianças o respeito pela vida e pelo planeta. Que se confrontem os líderes em uma arena e tudo será resolvido.

red9juarez


 


Conivência

A conivência silenciosa — ou, por vezes, explicitamente articulada — entre governantes globais, estadistas e líderes religiosos têm moldado o curso das nações em favor de interesses próprios ou de grupos restritos. Essa aliança velada, mais do que representar os anseios de seus povos, frequentemente transforma os rumos de uma sociedade em função de agendas pessoais, econômicas ou ideológicas. Salvo exceções raras — aqueles cuja consciência ética os conduz ao equilíbrio e ao respeito mútuo entre nações e culturas: grande parte desses líderes promove decisões que ignoram as reais necessidades da população.

Essa indiferença, embora disfarçada por discursos de progresso ou fé, gera efeitos concretos: instabilidade social, desigualdade econômica e, sobretudo, uma erosão silenciosa do espírito coletivo. A alma dos cidadãos é afetada não apenas por políticas injustas, mas pelo sentimento de abandono e impotência frente a estruturas que parecem alheias à sua dor. O resultado é um ciclo de desacertos onde os problemas se acumulam, alimentando crises contínuas e desumanização progressiva.

Entender e expor essa dinâmica é um passo necessário para que novas lideranças, comprometidas com a harmonia e a justiça, possam emergir: lideranças que vejam no outro não um obstáculo, mas um reflexo da mesma humanidade que compartilham.

Raras são as lideranças que, movidas por um senso genuíno de justiça, tornam o equilíbrio social e o respeito mútuo sua prioridade central. Esses poucos resistem à sedução da vaidade institucional, optando por servir em vez de dominar. São exceções, e por isso, tão notáveis quanto solitárias…

red9juarez




















 

Desvendando o universo como faz a ciência — é assim que devemos agir ao nos propormos a desvendar a nós mesmos. Com eficiência, empenho total e coragem, rompemos os limites dos sentidos e nos libertamos dos condicionamentos brutais impostos pelos usurpadores da consciência.

Ao darmos os primeiros passos rumo à exploração de nossas escolhas possíveis, é preciso fazê-lo com honestidade objetiva — uma virtude rara, como raras são as pessoas verdadeiramente livres. Livres não para simplesmente quebrar regras, mas para se esforçar ao máximo na busca por compreendê-las. E, a partir dessa compreensão, colaborar, cada um com sua parte de participação de obrigação, cada qual com sua essência, honrando a convicção profunda de que somos, sim, seres únicos neste vasto cosmos. As energias e massas estelares coexistem em harmonia, mesmo sem possuir instinto ou intelecto, ou algo aparente e percebido por nós, atributos que, em nós, se tornam ferramentas para alcançarmos equilíbrio semelhante. A honestidade, neste contexto, não é somente uma virtude, mas uma alavanca evolutiva. É a fidelidade ao processo de autoconhecimento e à verdade interna que nos permite avançar, até onde for possível, com os recursos que cada um de nós carrega dentro de si. Não se deixe induzir com a falsa mística afirmação que entre humanos, existam preferidos por Deus, (escolhidos) seja qual for sua opção para referenciar a vida. Houvessem preferidos, claramente não existiriam terroristas imbecis fomentando guerras.  Usemos nossa força vital enquanto há tempo para mudarmos radicalmente o comportamento humano. Antes de concordar com qualquer que seja a sugestão que não parta de você mesmo, analise muito, fique atento. A única salvação da espécie humana para haver consonância é, iniciar a educação comportamental nos primeiros suspiros das crianças em seus nascimentos. Mostrar às mesmas que diferenciamos das espécies que ainda mantêm seu instinto de predação. O planeta em que vivemos, produz alimentos abundantes, o suficiente para não haver fome, sede e trabalhadores aptos e produtores com seu trabalho gerando excessos, sendo escravos. Nada justifica que para manter a ociosidade de um povo, se escravizem outros. 

red9juarez

 

 


 

Seja seu mestre.

Eu sou, meu mestre.

Fazemos, somos tão parte do universo que seguramente poderás afirmar sem restrições ou, argumentos que desconsidere à mostra, indicações à comparativa com a gravidade dos corpos celestes. O egocentrismo, onde o resultado garante a integridade não somente primitiva da vida, entretanto, do mecânico ao paralelo racional, nos encontramos em uma situação com resultados de desconforto pessoal e social. A percepção deve aflorar para o aprimoramento, lapidação das arestas que interferem, sendo persistentes obstáculos a dificultarem a evolução da essência da vida. Com deuses, mitos e superstições várias, somente transferimos nossa responsabilidade individual, para nos livrarmos do dever de todos igualmente, onde cada um temos o compromisso de dignificarmos o privilégio de termos à disposição as opções, a capacidade de tomarmos decisões. Com exceção daqueles com alterações em seus intelectos, incapazes de cuidarem de si. Eternamente, jamais eliminaremos as guerras, os preconceitos, as diferenças geradas pelos estados políticos e ordem religiosas, enquanto permitirmos que guiem nossas aspirações.

 

A Vida é Real: Entre Ilusões, Consciência e Responsabilidade

 

A realidade pode ser dura, mas somente ela permite que o ser humano desperte de ilusões construídas por outros.




A espécie humana não é totalmente sem méritos com tantas barbaridades já praticadas com a cumplicidade de toda a sociedade. Claro, excluindo os que foram assassinados, tentando citar os erros dos aproveitadores em suas funções de líderes.   Felizmente, podemos nos sentir orgulhosos diante do exposto na criação aos olhos dos mais sensíveis. Amor, mesmo sem ser muito praticado, mensagens de otimismo, melancolia diante de sofrimento alheio, isso não foi criado pelos supostos deuses, na verdade, nenhum deles. Basta observar na natureza como é a realidade bruta, sem sinais de amor: animais engolindo vivos suas presas e tantas outras manifestações de brutalidade. (Por isso, viva sem medo de pecado, mentiras que atrapalham o ser humano a ser livre. Seguindo regras, jamais poderá optar por fazer o bem de verdade, principalmente em pronunciamentos e com ideias de medidas para o bem-estar geral.)

Nossas vidas não são ilusões. Se deseja libertar-se dos pisos falsos sob seus pés e das ilusões induzidas por outros, aprenda a ser o próprio anfitrião de seus desejos, planos e sonhos. Quando alguém assume responsabilidade pela própria consciência, reduz significativamente os dissabores tão comuns nas relações humanas conduzidas sem limites, reflexão ou cuidado.

Organizações, ordens ou indivíduos que, ao longo da história, criaram sistemas de regras e comportamentos, cobrando benefícios materiais em troca de promessas espirituais ou privilégios simbólicos, devem sempre ser observados com atenção e senso crítico.

Toda estrutura que busca influência sobre consciências humanas merece questionamento constante.


Leve a vida a sério, porque ela não é um sonho.

Sonho é dormir, ter um pesadelo e acordar ileso.
A vida real é tropeçar, cair, machucar-se e sentir dor.

A realidade possui consequências.


Por isso:

Não ofenda gratuitamente,
não agrida,
Não provoque sofrimento desnecessário.

Mas pratique essas atitudes não por medo de punições sobrenaturais ou por acreditar estar pagando pecados diante de divindades. Faça-o, porque convivência, respeito e consciência tornam a existência humana menos brutal.


Muitas vezes, o medo e a culpa foram usados como instrumentos de controle. E isso exige reflexão.

Respeitar o próximo não significa tentar transformá-lo em cópia de si mesmo. Cada indivíduo carrega experiências, limites, dores e formas particulares de compreender a vida.

Nem sempre somos o melhor exemplo que imaginamos ser.


Também é importante observar cuidadosamente certas afirmações tratadas como absolutas.

Ao longo da história, muitos discursos aparentemente humanitários foram utilizados seletivamente — protegendo interesses específicos, grupos privilegiados ou estruturas de poder, e não necessariamente toda a humanidade de maneira igual.


A consciência verdadeira talvez comece exatamente aí:

quando deixamos de aceitar frases prontas apenas porque foram repetidas durante séculos e passamos a refletir sobre seus significados, origens e intenções.


Leve a vida com seriedade.
Mas não permita que o medo substitua sua capacidade de pensar.


A especie humana não é totalmente sem meritos


red9juarez








 Se ética e moral são temporais, como fixar uma regra que se pretenda mantê-la sempre vigorando? Essa é uma questão profunda e fascinante! A ética e a moral, por serem influenciadas pelo contexto histórico, cultural e social, estão em constante mudanças e evolução. O que pode parecer universal em uma época, pode ser visto de forma diferente em outra. Ainda assim, há algumas estratégias para criar regras visando fazê-las durarem. Basear-se em princípios fundamentais: algumas ideias, como o respeito à dignidade humana ou o desejo de minimizar o sofrimento, são amplamente aceitas ao longo do tempo. Regras eficazes frequentemente incluem espaço para a interpretação ou atualização, permitindo que sejam adaptadas sem perder sua essência. Regras que são criadas e revisadas com ampla participação da sociedade tem maior chance de permanecer relevantes, ao refletirem valores compartilhados. Um ambiente que promove questionamento e aprendizado contínuos ajuda a reforçar regras éticas, garantindo que elas sejam revisadas com um olhar crítico e atualizado. Porém, mesmo com essas abordagens, é impossível garantir que uma regra permaneça intacta para sempre. O que faz das normas éticas um campo tão interessante é exatamente a necessidade constante de reflexão e revisão. Guerras tem sido constante na humanidade, dependendo do tempo, época, matar também pode ser normal e ético o extermínio de humanos se o objetivo é gerar paz para outros; por isso, considera ético e moral correto, mesmo ocorrendo as mudanças em pequeno espaço de tempo? Essa é uma questão profundamente filosófica e controversa. A ética e a moral são moldadas pelo contexto histórico e cultural, e, em tempos de guerra, justificativas para ações extremas, como o extermínio, frequentemente surgem. No entanto, a ideia de que matar pode ser considerado ético ou moralmente correto para alcançar a paz é altamente debatida. Muitos filósofos e pensadores argumentam que a ética deve buscar minimizar o sofrimento e preservar a dignidade humana, independentemente das circunstâncias. Por outro lado, há momentos na história em que líderes e sociedades justificaram ações violentas como “necessárias” para um bem maior. Isso levanta questões sobre quem define o que é "bem maior" e se os fins justificam realmente os meios. A paz construída sobre violência extrema pode ser instável e carregada de traumas, eternizando por gerações o ódio e o desejo de vingança. Desagradável dizer isso, mas é uma natural condição humana que supera Se ética e moral são temporais, como fixar uma regra que se pretenda mantê-la sempre vigorando? Essa é uma questão profunda e fascinante! A ética e a moral, por serem influenciadas pelo contexto histórico, cultural e social, estão em constante mudanças e evolução. O que pode parecer universal em uma época, pode ser visto de forma diferente em outra. Ainda assim, há algumas estratégias para criar regras visando fazê-las durarem. Basear-se em princípios fundamentais. Algumas ideias, como o respeito à dignidade humana ou o desejo de minimizar o sofrimento, são amplamente aceitas ao longo do tempo. Regras eficazes frequentemente incluem espaço para a interpretação ou atualização, permitindo que sejam adaptadas sem perder sua essência. Regras que são criadas e revisadas com ampla participação da sociedade tem maior chance de permanecer relevantes, por refletirem valores compartilhados. Um ambiente que promove questionamento e aprendizado contínuos ajuda a reforçar regras éticas, garantindo que elas sejam revisadas com um olhar crítico e atualizado. Porém, mesmo com essas abordagens, é impossível garantir que uma regra permaneça intacta para sempre. O que faz das normas éticas um campo tão interessante é exatamente a necessidade constante de reflexão e revisão. Guerras tem sido constante na humanidade, dependendo do tempo, época, matar também pode ser normal e ético o extermínio de humanos se o objetivo é gerar paz para outros; por isso, considera ético e moral correto, mesmo ocorrendo as mudanças em pequeno espaço de tempo? Essa é uma questão profundamente filosófica e controversa. A ética e a moral são moldadas pelo contexto histórico e cultural, e, em tempos de guerra, justificativas para ações extremas, como o extermínio, frequentemente surgem. No entanto, a ideia de que matar pode ser considerado ético ou moralmente correto para alcançar a paz é altamente debatida. Muitos filósofos e pensadores argumentam que a ética deve buscar minimizar o sofrimento e preservar a dignidade humana, independentemente das circunstâncias. Por outro lado, há momentos na história em que líderes e sociedades justificaram ações violentas como "necessárias" para um bem maior. Isso levanta questões sobre quem define o que é "bem maior" e se os fins justificam realmente os meios. A paz construída sobre violência extrema pode ser instável e carregada de traumas, eternizando por gerações o ódio e o desejo de vingança. Desagradável dizer isso, mas é uma natural condição humana que supera todas as regras, por mais severas que sejam, porque provem de um sentimento do ser. Além disso, a normalização de tais práticas pode corroer os valores fundamentais que sustentam a convivência humana. É por isso que muitos defendem que a ética deve ser um guia para evitar a violência, mesmo em situações de conflito. Para a construção da paz não é justificável qualquer sacrifício, como se deve, na verdade, criar e manter limites que nunca devem ser ultrapassados.

red9juarez

 


A Moral Seletiva: Quem Define o Terrorismo no Tabuleiro Global?

Os líderes mundiais frequentemente declaram que não desejam que outros países possuam ou desenvolvam armas, mas, ao mesmo tempo, são eles próprios os detentores das mais destrutivas máquinas de extermínio já criadas. 

Se realmente acreditam que a posse de tais armamentos é inaceitável, por que então acumulam arsenais tão devastadores? Se não acreditam, mas impõem essa regra aos outros, isso não os torna, no mínimo, hipócritas e, em um sentido mais extremo, terroristas?

Agora, imagine se povos historicamente explorados e dizimados — indígenas, africanos e diversas outras etnias que foram vítimas de abusos e massacres ao longo dos séculos — resolvessem adotar a mesma lógica. 

E se justificassem a violência como uma resposta legítima, decidindo exterminar outras populações sem qualquer preocupação com crianças, com o meio ambiente ou com a continuidade da vida? O que os impediria de seguir esse caminho se o próprio mundo “civilizado” demonstra que a força bruta e a imposição do medo são ferramentas aceitáveis de poder?

A contradição é evidente: condena-se a violência quando parte dos oprimidos, mas ela é institucionalizada quando praticada pelos que já detêm o controle. Afinal, em um mundo que perpetua essa lógica de dominação, onde está a verdadeira ameaça? Quem são os terroristas? 

Paz é pregada para manter o status quo, enquanto a guerra é legitimada para quem já tem o comando. Afinal, quem são os verdadeiros terroristas em um mundo onde a destruição é o privilégio de poucos?

Existe um paradoxo central na geopolítica moderna: o discurso da paz proferido por quem guarda as máquinas de extermínio. Questionar o direito alheio de possuir o que você mesmo ostenta não é apenas hipocrisia; é uma forma de coerção extrema.


red9juarez

"O monopólio nuclear e a ilusão da paz: até quando aceitaremos o silêncio que precede a escravidão global?"

  Erro Global    "Diante de um cenário geopolítico moldado pela arrogância e pelo poder de destruição em massa, analisar o histórico de...